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Joe Pass

Joe Pass, nascido Joseph Anthony Passalaqua, (New Brunswick, 13 de janeiro de 1929 — Los A

4 min de leitura01/01/2024
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Joe Pass, nascido Joseph Anthony Passalaqua, (New Brunswick, 13 de janeiro de 1929 — Los Angeles, 23 de maio de 1994) foi um guitarrista de jazz norte-americano.

Joe foi um dos maiores nomes da guitarra de jazz

Joe começou a tocar guitarra aos 9 anos de idade e já aos 14 tocava em conjuntos profissionais quando ainda estava no colégio, entre outros com a banda de Tony Pastor. Tocou com Charlie Barnet em 1947 e depois foi prestar o serviço militar.

Após ser dispensado, passou os anos 50 às voltas com um vício em drogas, tendo inclusive passado algum tempo na prisão por causa disso.

Em 1962, livre das drogas, graças a um trabalho de reabilitação na Synanon Foundation, retornou para o mundo da música (ou melhor, ingressou, uma vez que até então era quase um desconhecido).

Tocou com Gerald Wilson, Les McCann, George Shearing, Benny Goodman, Ella Fitzgerald, Count Basie, Duke Ellington e Dizzy Gillespie.

A atração pelo violão começou aos 9 anos. Quando tinha 16, largou escola e família e foi para Nova York tentar a vida. Conseguiu emprego em bons grupos que se apresentavam em clubes noturnos.

Ele só virou estrela quando já era músico maduro, depois de dois episódios que transformaram sua vida.

O primeiro, sua internação na clínica de recuperação de drogados da Fundação Synanon, em Santa Mônica, Califórnia, pôs fim a 12 anos de infindáveis problemas legais, médicos e de personalidade.

O segundo, o encontro com o maior produtor do jazz contemporâneo, Norman Granz, o colocou em contato com os monstros sagrados da música e na linha de frente do mundo artístico.

Até 1970, Pass era um músico de estúdio quase anônimo, participando em formações de acompanhantes de dezenas de artistas.

Depois, na gravadora Pablo, de Granz, gravou cerca de 20 discos individuais e 50 em dueto, trio ou em conjunto com outros músicos de porte.

O estilo de Pass, que tocava com os dedos, sem palheta ("decidi sacrificar a velocidade para poder fazer música"), se marcava em especial pela grande imaginação harmônica nas baladas românticas, embora seu ritmo nos tempos rápidos também fosse apreciado pelo público.

"Eu acho que tocar violão foi um presente de Deus. Não consigo me lembrar como isso começou", dizia Joe, que nasceu Joseph Anthony Passalaqua, de família pobre de imigrantes, em New Bruswick, Nova Jersey, costa leste dos EUA.

Depois do seu encontro com Granz, gravou discos que lhe renderam vários prêmios, prestígio e dinheiro.

Entre eles, a série solo "Virtuoso" (iniciada em 1973), "The Trio" (com Oscar Peterson e Niels Pedersen, que ganhou o Grammy em 1974), três duetos com Ella Fitzgerald, outros tantos com Sarah Vaughan.

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