Neste Dia

Tom Dumoulin

Ciclista neerlandês

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Tom Dumoulin (Maastricht, 11 de novembro de 1990) é um ciclista de rota neerlandês, profissional desde 2011 e actual membro da equipa neerlandêsa Team Jumbo-Visma de categoria UCI WorldTeam.

Em 2017 foi segundo na Bicicleta de Ouro a melhor ciclista do ano.

Em 2010, ganhou o Grande Prémio de Portugal e a contrarrelógio do Girobio. Ao final da temporada foi seleccionado para participar nos Campeonatos do mundo sub-23 em Melbourne, em Austrália. Ficou sétimo na prova contrarrelógio e 80.º da prova em linha.

A temporada de 2011 disputou-a com a equipa Rabobank Continental Team, filial da equipa UCI ProTeam Rabobank. e em 2012 passou à equipa Argos-Shimano. com o que ao ano seguinte obteve grandes resultados nacionais ao ser 3.º no Campeonato dos Países Baixos Contrarrelógio e 2.º no Campeonato dos Países Baixos em Estrada.

O 2014 foi melhor ano até esse momento já que seu progresso em etapas contrarrelógio o levou a ser campeão de seu país. Também obteve outras vitórias como no Eneco Tour de 2014 e o Critérium Internacional e tem sido segundo em várias etapas desta especialidade como na Volta à Bélgica, a Volta à Suíça, o Tour de France, sendo superado só pelo campeão do mundo Tony Martin.

O feito maior da sua grande temporada, foi conseguir o terceiro posto na contrarrelógio individual no mundial de ciclismo de Ponferrada (Espanha).

No entanto, foi 2015 no ano de sua explosão definitiva. Ganhou etapas contra o relógio na Volta ao País Basco e na Volta à Suíça na que também foi 3.º no geral final, mas seu rendimento viu-se muito melhorado na montanha.

No Tour de France foi 3.º na contrarrelógio inicial em seu país e dois dias depois teve que abandonar a corrida quando marchava no mesmo posto na geral devido a uma dura queda a caminho de Huy.

Devido a isto correu a Volta a Espanha. Na primeira etapa em linha já foi segundo em Caminito do Rei e na quinta se alçou como líder da classificação geral, já que perderia no dia seguinte em detrimento de Esteban Chaves. No entanto na nona etapa com final em alto, em Cimeira do Sol ganhou a etapa por adiante de Joaquim Rodríguez e Chris Froome e de novo vestiu-se com o maillot vermelho de líder da geral que aguentaria dois dias. Perdeu-o na etapa rainha da Volta em Andorra e nas etapas de alta montanha de Astúrias esteve sempre com os melhores até os últimos quilómetros, o que lhe fez não perder demasiado tempo e chegar à longa contrarrelógio de Burgos com tão só 1:50 de desvantagem sobre Joaquim Rodríguez, pelo que passou a ser considerado como o grande favorito para se levar a rodada espanhola. Aposta-las sobre o holandês não falharam e depois de fazer uma magnífica contrarrelógio se pôs o camisola vermelho e conseguiu a vitória de etapa, no entanto, Fabio Aru se manteve a só 3 segundos na geral. Conseguiu ampliar sua vantagem a 6 segundos na 19. ª etapa em Ávila com final num troço em pavé. Mas na penúltima etapa, seu máximo rival, Aru atacou a falta de 40 km para a meta e com a ajuda da equipa conseguiram deixá-lo atrás pelo que ficou relegado à 6.º posição da geral. Foi galardoado como o ciclista mais combativo da edição, o que lhe valeu para se subir ao pódio final em Madrid depois de sua grande atuação.

Participa em seu primeiro Giro d'Italia em onde teve uma brilhante atuação ganhando a contrarrelógio inicial e assim se converter no primeiro líder da corrida italiana, no entanto teve que abandonar na etapa 7 por uma doença.

Após ter tido sua participação no Giro participou nos Campeonatos Holandeses de Ciclismo em onde ganha a Campeonato dos Países Baixos de Ciclismo Contrarrelógio individual por adiante de Wilco Kelderman.

Depois mais tarde participa no Tour de France, em onde ganhou 2 etapas uma de montanha e outro em contrarrelógio individual, desafortunadamente lhe toca abandonar por uma fratura de cotovelo na etapa 18.

Mas a fratura não lhe impediu obter prata na contrarrelógio dos

2017: Giro de Itália e Campeão do Mundo Contrarrelógio

Dumoulin começou a sua temporada no Tour de Abu Dhabi, onde ficou em terceiro lugar na classificação geral (superado por Rui Costa e Ilnur Zakarin) após realizar uma boa atuação na única etapa montanhosa da corrida com chegada em Jebel Hafeet.

Ganhou o Giro d'Italia por adiante de rivais como Nairo Quintana e Vincenzo Nibali. Foi para ele seu primeiro triunfo numa grande volta por etapas, ganhando duas delas, uma contrarrelógio e outra de alta montanha. Ademais, converteu-se no primeiro holandês em ganhar o Giro.

Quatro meses mais tarde ganha o Campeonato Mundial Contrarrelógio, superando a corredores como Primož Roglič e Chris Froome, em Bergen, Noruega. Ademais, meses antes tinha-se proclamado campeão da Holanda nesta mesma especialidade.

No ano 2018 seguiu sendo de sucesso para Dumoulin, já que subiu ao pódio nas duas Grandes Voltas em que participou (Giro e Tour). Ficou 2.º em ambas por trás dos corredores do Sky, Chris Froome e Geraint Thomas, respectivamente. Dumoulin teve opções de ter ganhado as 2 provas, já que viu-se-lhe forte, sempre situado com os melhores e conseguiu ganhar uma etapa em ambas provas.

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