Luís Otávio Gabus Mendes, mais conhecido como Tato Gabus Mendes (São Paulo, 22 de dezembro de 1952), é um ator brasileiro.
Tato é filho do falecido autor de telenovelas Cassiano Gabus Mendes e da ex-atriz Elenita Sánchez Blanco, irmã mais nova do também ator Luis Gustavo. Seu irmão mais novo, Cássio Gabus Mendes, também é ator. Seu avô paterno, Otávio Gabus Mendes, era crítico, radialista, ator, roteirista e diretor de cinema.
Sua estreia na televisão foi numa participação especial na novela Anjo Mau como Chico Neto. Nove anos depois, volta a televisão na novela Ti Ti Ti (1985), autoria de seu pai, interpretando Alex, um dos filhos de Jacques Leclair (Reginaldo Faria). Depois faz a versão original de Sinhá Moça (1986), como José, um jovem que se apaixona pela escrava Adelaide.
Mais tarde trabalharia nas novelas de seu pai, como Brega & Chique (1987), como Maurício e Que Rei Sou Eu? (1989), como Pichot/Lucien, sendo este seu primeiro papel de maior impacto e repercussão, fazendo par com Cláudia Abreu (Juliette). Seguiu-se outros trabalhos como Perigosas Peruas (1992), como o atrapalhado Paulinho Pamonha e O Mapa da Mina (1993), como Raul Gouveia. Além dessas novelas, fez Fera Radical (1988), como Paxá, e Mico Preto (1990), como Adolfo, filho de Áurea (Márcia Real).
Em 1994, fez outro de seus melhores sucessos, a novela Quatro por Quatro (1994), como o hipocondríaco Alcebíades, mais conhecido como Alce. Seu personagem inicialmente fez par com Auxiliadora (Elizabeth Savalla), e esta descobre que ele a traiu com Elisa Maria (Lisandra Souto). Depois fez a novela O Fim do Mundo (1996), como Vadeco, e mais tarde, fez três novelas ao lado de Betty Lago: O Amor Está no Ar (1997), como Filipe, Pecado Capital (1998), como Valdir e Uga Uga (2000), como Anísio.
Em 2002, faz pela primeira vez uma novela de Antônio Calmon, O Beijo do Vampiro (2002), como o hilário Bartô, fazendo par com Betty Gofman (Amélie) e contracenando pela primeira vez com seu tio Luis Gustavo (Galileu), ambos interpretando pai e filho na trama. Logo, em 2004, faz a minissérie Um Só Coração (2004), como Paulo Prado, e a novela Como uma Onda (2004), como o mulherengo Pedroca do Espírito Santo, e em 2006, em dose dupla pela segunda vez, faz a minissérie JK (2006), como Júlio Soares e Páginas da Vida (2006), como Leandro, filho de Tide (Tarcísio Meira) e Lalinha (Glória Menezes).
Em 2008, em dose dupla pela terceira vez, faz a minissérie Queridos Amigos (2008), como Fernando, e Três Irmãs (2008), como Orlando, fazendo par com Beth Goulart (Leonora). Depois faz o remake de Ti Ti Ti (2010), como Breno Rodrigues, e em seguida, fez O Astro (2011), como o inescrupuloso Amin Hayalla, casado com Jamile (Carolina Kasting), mas que tem um caso com a amante Silvia (Bel Kutner). Em 2012, esteve no sucesso Cheias de Charme, como o vilão Dr. Sarmento.
Em 2013, esteve em Sangue Bom como Franklin Cardoso. Depois em 2014, interpreta o Severo da Costa na novela Império, e em seguida, fez o advogado Olavo Maciel em A Lei do Amor.
Em 2017, interpretou Pedro Malan no filme Real - O Plano Por Trás da História.
Em 2018, interpretou o Felisberto Benedito na novela Orgulho e Paixão, Depois em 2019, interpretou o doutor César Nobre, na novela Malhação: Toda Forma de Amar, e em seguida, interpretou em 2021, o advogado aposentado Daniel Monteiro Bragança, na novela Quanto Mais Vida, Melhor!.
Trair e Coçar é só Começar, 1986 (1ª versão)
E Aí Comeu?, ou Da Boca Pra Fora