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Stéphan Grégoire

Piloto francês

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Stéphan Grégoire (Neufchâteau, 14 de maio de 1969) é um automobilista francês.

Categorias inferiores e a curta participação na CART

Campeão francês de kart em 1987, Grégoire também conquistou o título da Fórmula 3 francesa na classe B em 1990 e quinto colocado na classe principal da Fórmula 3 francesa em 1992. Em 1993, ele pretendia disputar a Fórmula 3000 inglesa, mas sua equipe, a Formula Project, tinha outros planos.

De forma surpreendente, a Formula Project se inscreveu para disputar uma vaga para a Indy 500 de 1993, utilizando um carro colorido, motivado pelo patrocínio da Maalox (marca de antiácido que fazia sucesso na França). O motor Buick era forte o suficiente para fazer Grégoire andar a 220,803 milhas, garantindo a 15ª posição. Na prova, o francês terminou na 19ª colocação, tendo liderado por uma volta. Voltou a Indianápolis em 1994, desta vez pela equipe McCormack, mas não obteve a classificação.

Afastado dos monopostos em 1995, Grégoire retornou às pistas no ano seguinte, que marcaria a estreia da Indy Racing League (atual IndyCar Series). Ele pilotou um carro da equipe Hemelgarn, disputando três provas (Walt Disney World, Phoenix e as 500 Milhas de Indianápolis - nesta última, o francês classificou-se na 15ª posição e abandonou na volta 59, sendo classificado em 27º). Entre 1997 e 1999, representou as equipes Scandia, Chastain e Dick Simon, conquistando resultados medianos - o melhor deles foi um segundo lugar em Pikes Peak (único pódio de Grégoire na categoria) e sua melhor classificação final foi um 11º lugar na temporada 1996–97. Durante um teste no Texas Motor Speedway, sofreu um grave acidente que causou lesões no joelho e no tornozelo.

Grégoire integrou o grid da IRL em tempo integral até 2001, quando disputou mais 3 provas (Phoenix, Homestead e Atlanta), além da Indy 500 pela equipe Heritage - sua participação na prova durou 86 voltas, tendo abandonado com problemas de combustível e sendo classificado em 28º lugar. Desde então, o francês passou a se dedicar às corridas de endurance até 2005 antes de voltar à IRL em 2006, pela equipe Team Leader Motorsports, onde terminou na mesma posição da edição de 2001.

Abandonou a categoria em 2007, após tentar novamente uma vaga para a Indy 500 daquele ano, novamente pela equipe Chastain. Mas um acidente tirou as chances de Grégoire em obter a classificação - ele acabou fraturando uma vértebra. Para seu lugar, a Chastain chamou o brasileiro Roberto Moreno, que colocou o carro de número 77 no grid.

Além de ter competido na IRL, Grégoire disputou também quatro edições das 24 Horas de Le Mans, tendo como melhor resultado o sétimo lugar em 2003, em parceria com os compatriotas Jonathan Cochet e Jean-Marc Gounon. A última edição disputada por ele foi em 2010, pela equipe Luc Alphand Aventures, que teve, além de Grégoire, o compatriota Jérôme Policand e o holandês David Hart. O trio ficou na segunda posição na classe GT1 e em décimo-quinto na classificação geral.

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