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Rafael Alberti

Rafael Alberti (Porto de Santa Maria, Cádis, 16 de dezembro de 1902 — Porto de Santa Maria, 28 de outubro de 1999) foi u

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Rafael Alberti (Porto de Santa Maria, Cádis, 16 de dezembro de 1902 — Porto de Santa Maria, 28 de outubro de 1999) foi um poeta espanhol, membro da chamada Geração de 27. Nasceu numa família de origem italiana que negociava com vinho em Cádis.

Foi vencedor em 1925 do prêmio Nacional de Literatura espanhol por seu primeiro livro, Marinero en Tierra. É considerado um dos maiores literatos da chamada "Idade de Prata" da literatura espanhola, a qual termina com o advento da Guerra Civil Espanhola, em 1936. Por causa da Guerra e da ditadura franquista, Alberti foi obrigado a fugir da Espanha.

Marinero en tierra, M., Biblioteca Nueva, 1925 (Prémio Nacional de Literatura).

La amante, Málaga, Litoral, 1926.

El alba de alhelí, Santander, 1927 (Edição privada de José María de Cossío).

Domecq (1730-1928). Poema al Ilmo. Sr. Vizconde de Almocadén, Jerez de la Frontera, Jerez Industrial, 1928.

Cal y canto, M., Revista de Occidente, 1929.

Sobre los ángeles, M., CIAP, 1929.

Yo era un tonto y lo que he visto me ha hecho dos tontos, publicado pela primeira vez em números distintos de La Gaceta Literaria, 1929.

Consignas, M., octubre de 1933.

Un fantasma recorre Europa, M., La tentativa poética, 1933.

Versos de agitación, México, Edit. Defensa Roja, 1935.

Verte y no verte. A Ignacio Sánchez Mejías, México, N. Lira, 1935.

13 bandas y 48 estrellas. Poemas del mar Caribe, M., Manuel Altolaguirre, 1936.

Nuestra diaria palabra, M., Héroe, 1936.

De un momento a otro (Poesía e historia), M., Europa-América, 1937.

El burro explosivo, M., Edic. 5º Regimiento, 1938.

Entre el clavel y la espada (1939-1940), Bs. As., Losada, 1941. Dibujos de Rafael Alberti.

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