Neste Dia

Pablo Cuevas

Tenista uruguaio

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Pablo Cuevas (Concordia, 1 de Janeiro de 1986) é um tenista que nasceu na Argentina, mas que disputa o circuito profissional pelo Uruguai (desde pequeno tem dupla cidadania - argentina/uruguaia). Ele já conquistou 10 títulos nível ATP, sendo 5 em simples e 5 nas duplas (1 desses no Grand Slam Torneio de Roland Garros de 2008).

Apenas joga razoavelmente em quadra de saibro, mas nos outros tipos de piso sempre fica em baixo nível.

Desde pequeno, o uruguaio Pablo Cuevas sempre conviveu com a dúvida. Para começar, nasceu em Concordia (Argentina), terra natal de seu pai, que é argentino, mas vivia cruzando a fronteira e terminou o ensino fundamental em Salto (Uruguai), terra natal de sua mãe, que é uruguaia. E mesmo após optar pelo Uruguai no coração, o jovem Cuevas não sabia que esportes priorizar na infância. O paddle, a natação e o futebol poderia ter sido o escolhido, mas o tênis venceu a concorrência e logo o levou aos torneios juvenis e, consequentemente, ao circuito profissional. Mas mesmo assim, as incertezas continuaram, pois por mais que priorizasse as simples, Cuevas certamente se surpreendeu com o primeiro título vir no circuito de duplas, e mais ainda por se tratar do Torneio de Roland Garros, em 2008. O troféu lhe trouxe confiança e o uruguaio parecia não duvidar mais de suas próprias escolhas, porém lesões seríssimas nos dois joelhos o tiraram de ação por quase dois anos. Recuperado, o uruguaio voltou ainda melhor do que antes, conquistou seus dois primeiros ATPs em simples - Bastad (Suécia) e Umag (Croácia), ambos em 2014 -, furou o top 30 e, com o título no ATP de São Paulo, conquistado em 2015, sendo o terceiro de simples na carreira, tornou-se o melhor representante do Uruguai, após Diego Perez.

Em outubro de 2014 nasceu sua primeira filha, Alfonsina.

Pablo Cuevas começou sua carreira profissional, participando como convidado em um Torneio Future realizado no Uruguai em finais de 2002, onde perdeu na primeira rodada tanto em simples como em duplas.

Em 2003, após uma série de Torneios Futures disputados sobre a América do Sul, Cuevas marcou seu primeiro ponto para o ranking da ATP, terminando o ano como 1432 do mundo em simples.

Em 2004, Pablo Cuevas se profissionalizou, pois começou a disputar somente torneios profissionais. E neste ano disputou quinze Torneios Futures na Romênia, Argentina, Brasil e Uruguai, onde chegou a uma final de duplas no Brasil e em uma semifinal de simples na Romênia.

Ainda nesta temporada representou pela primeira vez o Uruguai na Copa Davis contra Haiti e República Dominicana, vencendo 3 dos 4 jogos de simples. Ele terminou o ano em 834° no ranking de simples e 1109° nas duplas.

Em 2005, venceu 2 Torneios Futures, e ainda neste ano participou da Copa Davis contra o Brasil, onde venceu Flávio Saretta e o ex-número 1 do mundo Gustavo Kuerten. Ao vencer Flávio Saretta ele conquistou sua primeira vitória contra um tenista top 100 em uma Copa Davis.

Cuevas terminou a temporada, participando pela primeira vez de um torneio Challenger. A boa temporada em simples foi acompanhada por um melhor desempenho em duplas, onde ganhou cinco dos 11 finais alcançadas em Torneios Futures.

O uruguaio Pablo Cuevas terminou o ano como 354 colocado do ranking em simples e 342 em duplas.

Em 2006, Cuevas conquista em junho seu primeiro título Challenger de duplas ao vencer o Challenger de Montauban com o chileno Adrían García, derrotando na final a parceria francesa composta por Marc Gicquel e Edouard Roger-Vasselin por 6-3, 4-6 e [10-8].

Depois de boas atuações nas duplas em torneios Challengers, atingindo em vários destes torneios às semifinais ou finais (finalista de duplas em Quito e Medellin), Cuevas chega em novembro, na Flórida, nos Estados Unidos a primeira final de Challenger em simples, mas perde em Naples, para o argentino Carlos Berlocq.

Na sequência, com um desempenho muito bom, ele vence seu segundo título Challenger de duplas, juntamente com o seu parceiro habitual, o argentino Horacio Zeballos.

Ainda em 2006, ganhou uma de duas partidas que disputou pela Copa Davis, garantindo assim a permanência do Uruguai no Grupo II da Zonal Americana. Ele terminou o ano como 230 de simples e 163 de duplas.

Em 2007, Cuevas sobe no ranking, avançando e chegando a melhores posições no ranking. Nesse ano decolou no circuito ATP Challenger Tour, tornando-se um dos tenistas com melhores resultados nestes torneios, tanto em simples como em duplas.

Em maio desse ano, ele ganhou o primeiro de seus três títulos ATP Challenger Tour no Challenger de Tunica Resorts, nos Estados Unidos. Os outros dois foram no Challenger de Scheveningen, na Holanda, e no Challenger de Lima, no Peru. Em duplas também ele conseguiu um desempenho muito bom, vencendo 7 das 12 finais que disputou em torneios Challengers (São Paulo, Santa Catarina, Turim, San Marino, Medellin, Montevidéu e Lima).

Na sequência, ele também fez breves incursões em torneios de alto nível. Em duplas, jogou em três Série Internacional. Em simples, pelo Torneio de Roland Garros, ele perdeu na última rodada da fase qualificatória, enquanto nas duplas, esteve entre as 16 melhores equipes do torneio.

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Pablo Cuevas | World in Stories