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Oksana Chusovitina

Oksana Aleksandrovna Chusovitina (em cirílico: Оксана Александровна Чусовитина; Bucara, 19 de junho de 1975) é uma ginas

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Oksana Aleksandrovna Chusovitina (em cirílico: Оксана Александровна Чусовитина; Bucara, 19 de junho de 1975) é uma ginasta do Uzbequistão que compete em provas de ginástica artística. Ela é a segunda ginasta a competir nos Jogos por três bandeiras diferentes. Iniciou a carreira defendendo a extinta União Soviética até 1992; de 1993 a 2006, disputou pelo Uzbequistão; em 2006, naturalizou-se alemã, onde competiu até o fim de 2012; e, em 2013, voltou a representar o Uzbequistão. Além de 8 participações em Jogos Olímpicos, ela ainda competiu em 10 Campeonatos Mundiais, 3 Jogos Asiáticos e 3 Jogos da Boa Vontade.

Oksana detém uma medalha de ouro olímpica, conquistada na disputa coletiva em Barcelona 1992, ao competir pela Equipe Unificada. Em 2008, nos Jogos Olímpicos de Pequim, disputou a final do salto e conquistou sua segunda medalha olímpica, de prata, ao superar a chinesa favorita da prova Cheng Fei.

Oksana é a única mulher na história da ginástica a competir em 8 Jogos Olímpicos. Ela é também a recordista de medalhas individuais num único evento em Campeonatos Mundiais (9, no salto). Em fevereiro de 2023, a ginasta tornou-se a atleta mais velha a subir no pódio de uma etapa da Copa do Mundo de Ginástica Artística, em 2023, com o bronze conquistado no salto, na Alemanha, também sendo a atleta mais velha da ginástica artística a ter disputado uma edição dos Jogos Olímpicos.

Chusovitina é uma das poucas mulheres, juntamente com a cubana Leyanet Gonzalez, a soviética Larisa Latynina, e a holandesa Suzanne Harmes, a competir em alto nível após tornar-se mãe.

Nascida na extinta União Soviética, começou na modalidade artística aos oito anos de idade. Assim como seu irmão mais velho, Oksana decidiu começar a praticar o esporte mesmo sua mãe no inicio sendo contra.

Aos treze, Chusovitina já competia internacionalmente pelo bloco soviético. Logo após o desmembramento do país, competiu pela Equipe Unificada e pelo Uzbequistão. No ano de 2006, naturalizou-se alemã, onde também competiu. Oksaka casou-se em 1997, com o lutador greco-romano Bachadir Kurbanov, o que a fez abandonar o desporto aos 22 anos de idade. Dois anos mais tarde, teve seu filho, Alisher. Poucos meses depois voltou à ginástica e às competições internacionais nos Jogos Olímpicos de Sydney. Em 2004, Alisher foi diagnosticado com leucemia e aos 29, a atleta decidiu continuar a competir para pagar o caro tratamento do menino:

Oksana passou a viver na cidade de Colônia, onde Alisher faz seu tratamento contra a doença. Em 2009, anunciou sua aposentadoria oficial do esporte para depois do Mundial de Londres. Além disso, tornou-se técnica de seu país de origem, cuidando da equipe feminina nacional, da qual destaca-se a ucraniana naturalizada uzbeque Alina Kozich. Contudo, em 2011 retornou às competições internacionais, posteriormente, anunciou novamente a aposentadoria algumas vezes mas sempre adiava para competir nos Jogos Olímpicos (precisamente mais três Olímpiadas depois do primeiro anúncio).

Como membro de honra da Classe de 2017, Oksana Chusovitina fez história sendo a única ginasta a ser introduzida no Hall da Fama da Ginástica Internacional ainda ativa competitivamente.

Aos 43 anos e 65 dias, ela se tornou a atleta mais velha a ganhar uma medalha na ginástica artística, isso ocorreu nos Jogos Asiáticos quando Oksana conquistou a prata no salto nos Jogos de 2018 na Indonésia.

Ela se tornou a primeira ginasta a ter aparecido em oito edições dos Jogos Olímpicos, quando competiu nos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio. Após sua despedida de Tóquio ela disse:

Na categoria júnior nacional, a atleta passou três anos, o último deles disputando as duas categorias (júnior e sênior) simultaneamente. Sua primeira disputa foi no Campeonato Nacional Soviético Júnior, no qual conquistou duas medalhas de ouro - solo e individual geral, e foi candidata ao prêmio "Master os Sports" da categoria. No ano seguinte, competindo internacionalmente, participou do Cottbus International, no qual, sem subir ao pódio, foi a nona colocada geral.

Em 1990, disputou como sênior, os Jogos da Boa Vontade, em Seattle, nos Estados Unidos. Neles, foi bimedalhista de ouro: salto sobre o cavalo e equipe. No Europeu Júnior, fora campeã coletiva novamente e segunda colocada no concurso geral. Em campeonatos nacionais, atingiu três êxitos: ouro no salto e no solo da Copa Suíça e prata no Campeonato Soviético.

Chusovitina começou carreira na ginástica internacional no ano de 1991, representando a extinta União Soviética e já participando de um Campeonato Mundial. No ano seguinte, representou a Equipe Unificada e em 1993, passou a competir por sua terra natal, o Uzbequistão. Em 1994, competiu nos Jogos Asiáticos de Hiroshima, do qual saiu medalhista de bronze nas provas do salto sobre a mesa e das barras assimétricas. Competidora internacional nos dois anos seguintes, interrompeu a carreira para formar uma família: casou-se e teve um filho. Quatro anos mais tarde retornou para disputar uma edição olímpica. Em 2002, em nova edição dos Jogos Asiáticos, foi a vice-campeã do individual geral. Quatro anos mais tarde, após tornar-se cidadã alemã, passou a competir por esta nação. No Campeonato Europeu de Amsterdã em 2007, conquistou uma medalha de prata no salto. Em 2011, após dois anos desde sua aposentadoria oficial, voltou a competir no Europeu, no qual foi novamente medalhista de prata.

Campeonato Mundial de Ginástica Artística

A sua primeira participação em mundiais foi em Indianápolis, Estados Unidos, em 1991. Ao longo dos campeonatos que participou seus resultados mantiveram-se estáveis.

Estreando em Campeonatos Mundiais aos 16 anos de idade e competindo pela União Soviética, Oksana foi a três finais em Indianápolis: Conquistou a medalha de ouro por equipes após superar as norte-americanas e romenas, prata e bronze. Nas finais individuais que disputou, salto e solo, encerrou como vice-campeã e campeã, respectivamente.

No ano seguinte, agora competindo pela Equipe Unificada, a ginasta disputou o Campeonato Mundial de Paris, no qual terminou com o bronze no salto sobre a mesa. Na edição seguinte, agora representando o Uzbequistão, a atleta terminou mais uma vez com a medalha de bronze no salto, superada por Svetlana Boginskaya e Henrietta Onodi. Em sua terceira participação em mundiais, Oskana novamente terminou o evento com a medalha de bronze em sua especialidade: o salto, atrás da romena Lavinia Milosovici, da bielorrussa Elena Piskun.

Após anos fora das competições, devido a seu casamento e gravidez, voltou aos mundiais em 2001. Nesse retorno classificou-se para duas finais: No concurso geral terminou na décima nona colocação entre as 24 competidoras; Nos aparelhos, foi medalhista de prata na prova do salto, superada por Svetlana Khorkina.

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