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Museu de História Natural de Londres

O Museu de História Natural de Londres é um dos principais museus de Londres e está localizado na Exhibition Road, uma r

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O Museu de História Natural de Londres é um dos principais museus de Londres e está localizado na Exhibition Road, uma rua que dá acesso a diversos museus e estabelecimentos acadêmicos. Ele abriga cerca de 80 milhões de espécies de ciências naturais e da Terra, e tem seus itens divididos em cinco coleções: botânica, entomologia, mineralogia, paleontologia e zoologia. Por ser uma instituição financiada pelo governo britânico, a entrada é franca.

O museu é renomado mundialmente por seu centro de pesquisa especializado em taxonomia, identificação e conservação. Também é conhecido pelo grande público pelos seus famosos esqueletos de dinossauros e arquitetura românica. Dentre suas exposições mais historicamente valiosas estão espécies coletadas por Charles Darwin.

Com acesso reservado a agendamentos, a Biblioteca do Museu de História Natural de Londres possui uma vasta coleção de livros, manuscritos, jornais e obras de arte ligadas à pesquisas dos departamentos científicos.

Fundado em 1881 como departamento do Museu Britânico, no prédio cujo nome é Waterford Building, o Museu de História Natural de Londres só passou a ser conhecido por seu nome atual no ano de 1992.

A fundação da coleção de arte do museu data de 1753, sendo ela parte do acervo pessoal do doutor Sir Hans Sloane (1660-1753), que viajava o mundo coletando artefatos culturais. A compra da coleção de Sloane após seu falecimento pelo governo britânico seu deu em valor muito abaixo do mercado à época. Dentre os itens desta coleção encontravam-se plantas secas e esqueletos humanos e animais. Entretanto, com o passar dos anos, grande parte dos itens vendidos por Sloane foram vendidos ou queimados.

Em 1856, Richard Owen deixou seu cargo de curador no Museu Hunterian e assumiu a coleção de história natural do Museu Britânico. Insatisfeito com a falta de espaço do museu, Owen decidiu que esse precisava de um prédio separado para seus tesouros nacionais.

Em 1864, Francis Fowke, o arquiteto que projetou o Royal Albert Hall e partes do Museu Victoria & Albert, ganhou uma competição para projetar o Museu de História Natural. No entanto, um ano depois Fowke morreu inesperadamente e Alfred Waterhouse assumiu seu lugar. Waterhouse construiu o prédio inteiro com terracota, uma argila manufaturada e cozida no forno, já que esse material era mais resistente ao clima de Londres. O resultado foi um dos maiores exemplos da arquitetura Românica Britânica e tornou-se um marco histórico de Londres.

Mesmo após sua inauguração, o Museu de História Natural de Londres permaneceu um departamento ligado ao Museu Britânico. Em 1866, uma petição assinada por naturalistas como Charles Darwin, Alfred Russel Wallace e Thomas Henry Huxley pedia para que o museu ganhasse independência, o que acalorou as discussões sobre o assunto por dezenas de anos. Foi somente com o British Museum Act 1963 que o museu se tornou independente, embora só fosse mudar seu nome para Museu de História Natural de Londres em 1992 com o Museums and Galleries Act 1992.

O Museu Geológico tornou-se mundialmente conhecido por suas exposições, incluindo um modelo de vulcão ativo e uma máquina de terremoto, projetada por James Gardner. Ele também abrigou a primeira exposição mundialmente aprimorada por computadores (Tesouros da Terra).

As galerias do museu foram completamente reconstruídas e relançadas em 1996, como The Earth Galleries, com as outras exposições do prédio Waterhouse retitulado The Life Galleries. As exibições do Mineralogy do Museu de História Natural permanecem em grande parte inalteradas como um exemplo das técnicas de exibição do século XIX do prédio Waterhouse.

O design do átrio central de Neal Potter superou a relutância dos visitantes para assistir às galerias superiores. O novo design cobriu as paredes em ardósia reciclada e expôs as primeiras estrelas e planetas nas paredes.

O Centro Darwin (em homenagem a Charles Darwin) foi projetado para abrigar a coleção do museu que contava com dezenas de milhões de espécimes preservados. O centro foi construído em duas fases distintas e em dois prédios adjacentes ao principal construído por Alfred Waterhouse.

A fase um do Centro Darwin foi inaugurada em 2002, ela abriga os organismos do departamento zoológico. A fase dois foi revelada em 2008 e inaugurada para o público em setembro de 2009. Essa foi projetada pelo arquiteto dinamarquês C. F. Møller para possuir a forma de um gigante casulo. Nela ficam as seções de entomologia e botânica.

A criatura mais famosa presente no centro é a lula gigante carinhosamente chamada de Archie.

Como parte da missão do museu para comunicar trabalhos de educação e conservação das ciências, um novo estúdio multimídia transformou uma parte importante do Centro Darwin. Em uma parceria com a Unidade de História Natural da BBC (titular do maior arquivo de imagens de história natural), o Attenborough studio foi nomeado em homenagem ao locutor David Attenborough e fornece um ambiente multimídia para eventos educacionais. O estúdio planeja continuar as palestras e demonstrações diárias.

Localizada no lado leste do prédio está a Zona Vermelha. Ela pode ser acessada pela entrada da Exhibition Road e sua temática é voltada à história do planeta Terra. Esta zona possui um laboratório chamado Earth Lab onde os visitantes podem observar diversos tipos de fósseis, rochas e minerais. Outra área de destaque é a Lab Area, sala reservada para visitas em grupos onde os visitantes podem interagir com a galeria através de microscópios. Outras subdivisões da Zona Vermelha são:

Earth Today and Tomorrow (fechamento em breve)

The Waterhouse Gallery (exposição temporária)

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Museu de História Natural de Londres | World in Stories