Miklós Jancsó (Vác, 27 de setembro de 1921 — Budapeste, 31 de janeiro de 2014) foi um cineasta húngaro, autor de obras que atingiram notoriedade internacional ao longo das décadas de 1960 e 1970.
Estudou Direito (em Pécs e Cluj) e Etnografia, antes de cursar a Escola Superior de Cinema de Budapeste, onde se diplomou em 1950. Nos primeiros anos da sua carreira, assinou diversos documentários e curta-metragens. Em 1958 dirigiu a sua primeira obra de fundo, A harangok Rómába mentek.
1958: A harangok Rómába mentek (Sinos ter ido a Roma)
1960: Három csillag (Três estrelas)
1963: Oldás és kötés (Falesias e gravata)
1965: Így jöttem (Meu caminho de casa)
1966: Szegénylegények (A rodada de reconhecimento)
1967: Csillagosok, katonák (Vermelhos e brancos)
1967: Csend és kiáltás (Silêncio e clamor)
1969: Fényes szelek (Os Ventos da História)
1969: Sirokkó (Vento de Inverno)
1970: La pacifista - co-produção italo-franco-alemã
1971: Még kér a nép (Salmo Vermelho)
1974: Szerelmem, Elektra (Por Electra)
1976: Vizi privati, pubbliche virtù (Vícios privados, públicas virtudes) - co-produção italo-iugoslava
1979: Magyar rapszódia (Rapsódia Húngara I)
1979: Allegro barbaro (Rapsódia Húngara II)
1981: A zsarnok szíve, avagy Boccaccio Magyarországon (O coração do tirano, ou Boccaccio na Hungria)