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Max Wilson

Max Wilson Ferreira de Lima (Hamburgo, 22 de agosto de 1972) mais conhecido como Max Wilson, é um piloto brasileiro, com

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Max Wilson Ferreira de Lima (Hamburgo, 22 de agosto de 1972) mais conhecido como Max Wilson, é um piloto brasileiro, comentarista de automobilismo pela Band e coordenador técnico de equipe automotiva pela Império na Porsche GT3 Cup.

Nascido na Alemanha mas criado desde os dois anos de idade em São Paulo, Max passou sua infância e adolescência morando no bairro de Interlagos, próximo ao autódromo paulista. Ele iniciou sua carreira no kart aos onze anos e sua primeira competição foi o Brasileiro de Kart em 1984, competindo contra seu amigo e vizinho Rubens Barrichello, entre outros grandes nomes da geração de nascidos na primeira metade da década de 70, Max seguiu no Kart até 1990 com dezoito anos de idade.

Em 1993 ele entrou no Campeonato Brasileiro de Fórmula Ford e terminou o ano na terceira posição geral, em nove corridas foram duas voltas mais rápidas, uma pole position, cinco pódios, com duas vitórias pela Morioka Racing em um carro da Techspeed da Ford. O convite para ingresso na equipe partiu do pai de Zak Morioka, que recompensou Max após ele ser uma espécie de professor e mentor do talento de Zaqueu no Kart.

Em 1994, ele foi vice-campeão da Fórmula Chevrolet Brasil, em oito etapas foram uma volta mais rápida, uma pole position, seis pódios e uma vitória com o carro da Berta Chevrolet, a observação fica para o fato que Max não ter chegado a competir em todas as etapas do campeonato, que teve como campeão, o hoje amigo de comentários na Band, Felipe Giaffone.

Em 1995, pela Fórmula 3 Sul-Americana, mais uma vez ele conseguiu um novo vice-campeonato, com 56.5 pontos, primeiro competindo pela Amir Nasr Racing que teve problemas com patrocinares, o que levou Max a ir parar na Prop Car de Dárcio Gonçalves, tio de Rubens Barrichello, foram doze etapas com quatro vitórias, oito pódios, com um Dallara 394 da Mugen Honda e da Opel. No mesmo ano ele competiu na Fórmula 3 Alemã em duas etapas pela Opel Team BSR em um Dallara F395 Opel.

Em 1996 Max deu continuidade na carreira competindo pela Fórmula 3 Alemã, foram onze etapas e 34 pontos somados, com uma vitória e uma pole em um Dallara F365 da FIAT pela Tokmakidis Motorsport a principio, mas encerrando a competição pela Prema Powerteam. Ainda em 1996 ele entrou na International Touring Car - ITC, (até então DTM, porém ocorreu a mudança de nomeação do campeonato pelo mesmo ter se tornado uma competição internacional) pela JAS Engineering em um Alfa Romeo 155 V6 TI foram duas corridas com um pódio.

Já em 1997 Max deu um passo a mais na carreira com a entrada na Fórmula 3000 Internacional, ele terminou o campeonato em quinto, com vinte pontos, pela Edenbridge em um Lola T96/50 - Zytek, três pódios em dez corridas. Em 1998 ele seguiu com a mesma equipe e carro na categoria, com nove pontos somados, ele conseguiu um pódio.

Em 1999 veio o ingresso na Petrobras Júnior Team, novamente com um Lola T99/50 - Zytek, ele somou três pódios e duas poles em dez etapas, pódios esses conquistados em Monte Carlo (3º), Hockenheim (2º) e Nürburgring (3º), e as poles foram em Imola e Hockenheim.

Max Wilson teve a chance de se tornar piloto de testes da Williams na Fórmula-1, em 1998 ao lado de Montoya ambos foram aprovados em testes em que disputavam onde disputavam a vaga com Soheil Ayari e Nicolas Minassian. No fim de 1999, Giancarlo Minardi, convidou Max para testes e após ser aprovado garantiu em conversa que ele seria o piloto da sua equipe, a italiana Minardi em 2000, porém contando com o aporte financeiro Mazzacane foi o escolhido. Max ainda fez testagens dos pneus Michelin que iniciava sua nova entrada na Fórmula-1, além de ter testado carros de uma equipe que disputaria LeMans daquele ano.

Inicio de carreira adulta na Indy

Em 2001 Max, estreou pela Fórmula Indy, na divisão da CART pela Arciero Brooke e Blair Racing de Chicago, após manter contato com várias equipes interessadas na sua pilotagem, foram 15 pontos em quinze etapas com um Lola B2K/00 (Ford), o seu melhor resultado foi o 4º lugar em Portland, na oitava etapa da temporada (a quinta na prática, já que a etapa do Texas foi cancelada por recomendações médicas. Ele também não disputou a etapa de Motegi, e Max Wilson não pode competir 'em casa' já que a Rio 500 foi retirada do calendário devido o seu cancelamento).

Já em 2002 veio o convite para a disputa da V8 Supercars Challenge, um campeonato de turismo Australiano, onde permaneceu até 2008, com a crise financeira mundial daquele ano o dono da sua equipe WPS Racing, fechou as portas já que o dono do time era justamente proprietário de uma financeira.

Em 2009, após 13 anos, retornou ao Brasil para disputar a Stock Car Brasil pela equipe RC Eurofarma em um Chevrolet Vectra, com direito a primeira vitória na quarta etapa do campeonato, em Santa Cruz do Sul e uma terceira colocação em Brasília. O conjunto escolhido contava com um V8 e pneus Pirelli.

Título no segundo ano da Stock Car

Somando 265 pontos, Max Wilson se sagrou o grande campeão da Stock Car pela RC Eurofarma na temporada de 2010, nas doze etapas foram duas voltas mais rápidas em Londrina e Curitiba, uma pole em Santa Cruz do Sul, três pódios com a 2ª colocação em Brasília e duas vitórias; em Interlagos e Londrina. O título veio só em dezembro, na última etapa em Curitiba com direito ao drama da chuva que caiu sob o Autódromo de Curitiba. A 8ª colocação bastou para o título se confirmar. O Conjunto usado no título foi um Vectra com motores V8 e pneus Goodyear.

Max fez um 2011 bem competitivo na temporada em que defendia o seu título contra os demais pilotos da Stock Car, ele encerrou o ano na 4ª colocação geral, com 248 pontos entre cinco etapas terminadas em pódios, com terceiras colocações em Interlagos e Londrina. E segundas colocações em Curitiba, Ribeirão Preto e Salvador. O seu Vectra seguiu as mesmas configurações do ano anterior, com um V8 e pneus Goodyear.

Em 2012 a boa regularidade foi mantida com uma 6º posição geral ao fim da temporada com 138 pontos, incluindo três pódios, um em cada uma das posições da premiação, segundo em Curitiba, terceiro na prova seguinte no Velo Park e a vitória veio em Brasília a penúltima etapa do ano. Dessa vez o carro pilotado por Max foi um Chevrolet Sonic, com motores V8 e pneus Goodyear.

2013 novamente foi uma ótima temporada regular para Max, a 5ª colocação veio com 163 pontos, seu Sonic foi levado ao pódio duas vezes na sétima e oitava etapa do calendário, segundo lugar em Ribeirão Preto e terceiro em Brasília.

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