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Marion Cotillard

Atriz francesa

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Marion Cotillard OOAL LoH (Paris, 30 de setembro de 1975) é uma atriz francesa, vencedora do Oscar de Melhor Atriz, conhecida por estrelar os filmes Piaf - Um Hino ao Amor (2007), Nine (2009), A Origem (2010), Meia-Noite em Paris (2011), Ferrugem e Osso (2012), Dois Dias, Uma Noite (2014), Macbeth (2015) e Aliados (2016). Entre outros filmes de sucesso da atriz estão: Táxi – Velocidade nas Ruas (1998), Amor ou Consequência (2003), Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2003), Eterno Amor (2004), Inimigos Públicos (2009), Até a Eternidade (2010), Contágio (2011), É Apenas o Fim do Mundo (2016), e Astérix et Obélix: l'Empire du Milieu (2023). Cotillard é a única atriz francesa a ganhar um Oscar por um filme em língua francesa, junto a Sophia Loren são as únicas atrizes a ganharem um Oscar de atuação por um filme de língua não inglesa, prêmio que recebeu por sua atuação em Piaf - Um Hino ao Amor em 2008. Em 2015, conquistou sua segunda indicação ao Oscar com outro filme em língua francesa, o belga Dois Dias, Uma Noite, se tornando a primeira atriz a receber uma indicação ao Oscar por um filme belga. Tem papel ativo em causas ecológicas, sendo também porta-voz do Greenpeace desde 2002.

Foi garota-propaganda da bolsa Lady Dior de 2008 a 2017. Em 2020 foi escolhida como o novo rosto do perfume Chanel Nº 5, e já apareceu em mais de 300 capas de revistas, entre elas estão Vogue, Marie Claire, Elle, Variety, Harper's Bazaar, Vanity Fair, Madame Figaro, Glamour, Grazia, W, The Hollywood Reporter e Wall Street Journal Magazine. A atriz também foi escolhida para ser a capa da primeira edição da Dior Magazine, em Setembro de 2012.

Cotillard é a atriz francesa mais bancável do século XXI de acordo com o site PureMedias. Os filmes estrelados pela atriz arrecadaram mais de $3 bilhões nas bilheterias mundiais e venderam mais de 37 milhões de ingressos na França, de 2001 a 2014.

Filha de Jean-Claude Cotillard, um dramaturgo, ator e diretor, e Niseema Theillaud, atriz e professora de drama. Cresceu em Orléans, França e passou parte de sua infância em Alfortville.

Ela é a mais velha de três irmãos. Seus dois irmãos mais novos são gêmeos idênticos: Quentin, pintor e escultor, e Guillaume, diretor e roteirista, nascidos em 6 de Novembro de 1977.

Cotillard começou a atuar na infância e teve sua estreia numa das peças de seu pai. Estudou teatro no Conservartório de Arte Dramática em Orléans e depois no Conservatório Molière em Paris.

Em 1994, ela ganhou o Premier Prix do Conservatório de Arte Dramática de Orléans.

Em 1997, estrelou a peça "Y a des nounours dans les placards", que foi dirigida por seu primo, Laurent Cotillard.

Aos 19 anos, Cotillard estreou no cinema com L'Histoire du Garçon qui Voulait qu'on l'Embrasse do diretor Philippe Harel, lançado em 1994.

Na década de 1990 e início da década de 2000, Cotillard participou de algumas produções bastante conhecidas e cultuadas. Fez participações em séries de televisão como Highlander e Extrême Limite. Em 1996, protagonizou o seu primeiro filme, Chloé, contracenando com Anna Karina. Teve papéis pequenos em filmes como Comment je me suis disputé… (ma vie sexuelle) de Arnaud Desplechin e Turista Espacial (La Belle Verte) de Coline Serreau

Em 1998, participou do filme "Táxi" de Gérard Pirès (e produzido por Luc Besson) no papel de Lili Bertineau, por sua atuação, a atriz foi indicada ao César de Atriz Revelação em 1999. O filme foi um grande sucesso e Cotillard reprisou o papel em duas sequências: "Táxi 2" (2000) e "Táxi 3" (2003).

Em 1999, estrelou no filme pós-apocalíptico "Furia" de Alexandre Aja e no drama de guerra suíço La Guerre dans le Haut Pays, pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Autran, na França.

Em 2001, Cotillard participou do filme "Lisa" de Pierre Grimblat, no qual teve o papel-título, interpretando a versão jovem da personagem de Jeanne Moreau. Também protagonizou o filme "Les Jolies Choses" de Gilles Paquet-Brenner, interpretando Lucie e Marie, irmãs gêmeas de personalidades totalmente opostas. Por sua atuação em "Les Jolies Choses", a atriz recebeu sua segunda indicação ao César de Atriz Revelação em 2002.

No mesmo ano ela ainda protagonizou o suspense "Une femme piégée", no papel de Florence Lacaze, uma mulher que foi acusada de matar o marido e precisa provar sua inocência.

Em 2002 fez parte do thriller "Une Affaire Privée" de Guillaume Nicloux, no papel de Clarisse.

Em 2003 protagonizou "Amor ou Consequência" (Jeux d'enfants) de Yann Samuell no papel de Sophie Kowalsky, e contracenou ao lado de Guillaume Canet, que anos mais tarde viria a se tornar seu namorado. Também estrelou em "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (Big Fish) de Tim Burton, no papel de Joséphine Bloom.

Em 2004 Cotillard ganhou o Troféu Chopard de revelação feminina no Festival de Cannes. No mesmo ano estrelou em "Eterno Amor" de Jean-Pierre Jeunet, no papel da vingativa Tina Lombardi, atuação que lhe recebeu o César de Melhor Atriz Coadjuvante.

Em 2005 estrelou em "Mary" de Abel Ferrara, e em 2006 participou de "Um Bom Ano" de Ridley Scott, interpretando Fanny Chenal e contracenando ao lado de Russell Crowe.

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