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Marcus Armstrong

Marcus John Armstrong (Christchurch, 29 de julho de 2000), é um automobilista neozelandês que atualmente compete na Indy

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Marcus John Armstrong (Christchurch, 29 de julho de 2000), é um automobilista neozelandês que atualmente compete na IndyCar Series pela equipe Meyer Shank Racing. Estreou na categoria em 2023 pela Chip Ganassi Racing, onde ficou até 2024. Anteriormente, disputou três temporadas da Fórmula 2 entre os anos de 2020 e 2022. Foi campeão do Campeonato Italiano de Fórmula 4 em 2017, e vice-campeão do Campeonato de Fórmula 3 da FIA em 2019. Ele foi membro da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari de 2017 até 2021.

Armstrong começou no kart em 2010, conquistando diversos títulos nacionais entre 2011 e 2014. Internacionalmente, seu melhor resultado foi o 12º lugar no mundial de kart. Em paralelo, Armstrong disputou três temporadas da Toyota Finance 86 entre 2013 e 2016, e a temporada 2014–15 do Campeonato Neozelandês de Fórmula Ford, sendo sétimo colocado.

No início de 2017, Armstrong disputou a Toyota Racing Series pela M2 Competition. Venceu a etapa de abertura, conquistando mais duas vitórias adicionais e terminando em quarto no campeonato.

Armstrong seguiu com a M2 para 2018, conquistando um triplo pódio, incluindo duas vitórias, na primeira rodada. Não voltou a vencer na temporada, embora tenha conquistado mais sete pódios e terminado em terceiro, atrás do campeão Robert Shwartzman e do vice Richard Verschoor.

Armstrong continuou sua parceria com a M2 em 2019, ano em que ele brigou pelo título com o compatriota Liam Lawson. Marcus venceu cinco vezes, conquistando também duas poles e outros cinco pódios, mas viu o título escapar para Lawson na última rodada, ficando dez pontos abaixo dele.

No final de 2016, Armstrong foi anunciado como mais novo piloto da Prema Powerteam, disputando os campeonatos Italiano e Alemão de Fórmula 4. Na F4 Italiana, Armstrong somou vitórias em Vallelunga, Mugello (duas vezes) e Ímola, se sagrando campeão com o segundo lugar em Monza, com duas corridas de antecedência. Ao todo, foram seis poles, treze pódios, incluindo quatro vitórias, e 283 pontos.

Já na ADAC F4, Armstrong venceu no Red Bull Ring, em Oscbersleben e em Nürburgring, totalizando duas poles, onze pódios e três vitórias, mas acabou sendo vice-campeão, superado por Jüri Vips por apenas 4,5 pontos.

Armstrong competiu no Campeonato Europeu de Fórmula 3 da FIA de 2018 com a equipe Prema Racing sob uma licença italiana. Ele competiu ao lado de seus colegas juniores da Ferrari, Robert Shwartzman e Guan Yu Zhou. O neozelandês foi ao pódio ao ser terceiro em Pau, e conquistou sua primeira vitória em Norisring, o que o colocou momentaneamente na liderança do campeonato. Mas depois de Silverstone, Armstrong só conseguiu mais dois segundos lugares em Misano e no Red Bull Ring. Chegou à última rodada em terceiro, mas por ter abandonado as três corridas de Hockenheim, terminou em quinto lugar no campeonato.

Em dezembro de 2018, Armstrong foi contratado pela equipe Prema Racing para a disputa da temporada inaugural do Campeonato de Fórmula 3 da FIA. Voltou a ser companheiro de Shwartzman, e recebeu Jehan Daruvala. Armstrong conquistou seu primeiro pódio já em sua primeira prova, a corrida 1 de Barcelona, na qual ele foi terceiro colocado. Sua primeira pole foi na corrida 1 de Spielberg, onde ele voltou a ser terceiro. Repetiu o resultado na corrida 1 de Silverstone, até que o neozelandês conquistou sua primeira vitória na corrida curta de Hungaroring. Venceu pela segunda vez em Spa-Francorchamps, onde ele dedicou esse triunfo a Anthoine Hubert, falecido em um acidente no dia anterior. Sua terceira vitória se deu na corrida 1 de Sochi, onde ele viu seu companheiro ser campeão. O segundo lugar na prova de encerramento da temporada, também em Sochi, permitiu que Armstrong terminasse como vice-campeão, superando seu outro companheiro, Daruvala, por um ponto. Ao todo, foram 158 pontos para o neozelandês, que acumulou três vitórias, sete pódios, três poles (duas reversas) e quatro voltas mais rápidas.

Em novembro de 2018, Armstrong participou do Grande Prêmio de Macau, sendo oitavo colocado na corrida classificatória e na corrida principal. O neozelandês voltou a correr em Macau em 2019, saindo de décimo sétimo para a oitava posição. Em novembro de 2023, Armstrong correu novamente em Macau, alegando ter "negócios inacabados" com a tradicional prova asiática. Ele competiu pela MP Motorsport, ao lado de Dennis Hauger e Mari Boya, mas acabou em décimo oitavo.

Em 28 de novembro de 2019, foi anunciado que Armstrong disputaria o Campeonato de Fórmula 2 da FIA de 2020 com a equipe ART Grand Prix, sendo companheiro do júnior da Renault Christian Lundgaard. Novamente, Armstrong conquistou seu primeiro pódio na corrida de abertura da temporada, ao ser segundo em Spielberg. Mas ele só obteve mais um pódio, o terceiro lugar da corrida curta da segunda rodada, também no Red Bull Ring. Ao todo, ele pontuou em sete provas, com o neozelandês engatando uma sequência negativa de doze corridas fora da zona de pontuação entre a corrida longa de Budapeste e a corrida curta de Monza. Com 52 pontos, Armstrong terminou sua temporada de estreia na F2 em 13º, tendo menos da metade da pontuação de seu companheiro Lundgaard.

Para a disputa da temporada de 2021, Armstrong se transferiu para a DAMS, tendo Roy Nissany como companheiro de equipe. O neozelandês fez outra campanha irregular, tendo pontuado sete vezes, abandonado sete corridas e conquistado apenas dois pódios: o segundo lugar na corrida 2 de Silverstone, e a vitória na corrida 1 de Jedá, sua primeira na categoria. Com 49 pontos, Armstrong voltou a ser 13º colocado, mas dessa vez, teve desempenho superior ao do companheiro Nissany.

Em 19 de janeiro de 2022, foi anunciado que Armstrong havia sido contratado pela equipe Hitech Grand Prix para a disputa da temporada de 2022, formando dupla com o júnior da Red Bull e antigo rival da ADAC F4 Jüri Vips. O neozelandês venceu pela primeira vez no ano na corrida curta de Ímola, repetindo o resultado nas corridas curtas de Spielberg e Zandvoort. Além desses, o outro pódio de Marcus foi o terceiro lugar na corrida curta de Mônaco, e ele ficou mais uma vez em 13º no campeonato de pilotos, embora tenha feito 93 pontos.

No início de 2017, Armstrong tornou-se membro da Ferrari Driver Academy. Ele fez sua estreia nos testes da Fórmula 1 realizados em janeiro no circuito de Fiorano, pilotando o Ferrari SF71H de 2018, afirmando que "o carro não era muito difícil de pilotar". Ele testou o mesmo carro em Fiorano no mês de abril, completando mais de 200 km. Após a temporada de 2021, ele e a Ferrari se separaram.

Em outubro de 2022, Armstrong testou um carro da IndyCar Series pela primeira vez com a equipe Dale Coyne Racing no Sebring International Raceway. Em 2 de dezembro do mesmo ano, foi anunciado que a Chip Ganassi Racing havia contratado Armstrong para pilotar o carro nº 11 (anteriormente nº 48) em pistas e circuitos de rua na temporada de 2023, com ele dividindo o carro com o japonês Takuma Sato e sendo companheiro do sueco Marcus Ericsson, do espanhol Álex Palou e do compatriota Scott Dixon. Das doze corridas disputadas, Armstrong pontuou em cinco, tendo o sétimo lugar em Toronto como melhor resultado. Somou 214 pontos, se classificando em vigésimo e sendo o melhor estreante do ano.

Armstrong estendeu seu contrato com a Chip Ganassi Racing, tornando-se piloto em tempo integral na temporada de 2024. Além de Palou e Dixon, seus companheiros de equipe foram os estreantes Kyffin Simpson e Linus Lundqvist. Armstrong foi quinto na prova extracampeonato de Thermal Club, mas ele repetiria esse resultado em Indianápolis, e o superaria ao ser terceiro em Detroit. No total, foram cinco idas ao Top-5, nove idas ao Top-10 e 298 pontos, com Armstrong se classificando em décimo quarto.

Com a Ganassi reduzindo suas operações de cinco para três carros e optando por manter Simpson, Palou e Dixon, Armstrong acabou deixando a equipe. Assim, em 19 de setembro de 2024, foi anunciada a sua transferência para a Meyer Shank Racing em 2025, com ele pilotando o carro de número 66 e tendo o sueco Felix Rosenqvist como companheiro. O neozelandês voltou a pontuar em Thermal, onde foi sétimo. Somou duas idas ao Top-5, ao ser quinto em Road America e terceiro na corrida 2 de Iowa, que foi seu único pódio do ano. Ao todo, foram onze idas ao Top-10, com Armstrong encerrando o campeonato em oitavo, totalizando 364 pontos.

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