Mário de Azevedo Gomes (São Pedro, Angra do Heroísmo, 22 de dezembro de 1885 — São Sebastião da Pedreira, Lisboa, 12 de dezembro de 1965) foi um silvicultor, botânico, professor universitário e político português. Entre outras funções de relevo foi responsável pelo ministério da Agricultura de 24 de dezembro de 1923 a 28 de fevereiro de 1924.
Mário de Azevedo Gomes era filho do oficial da Marinha Manuel de Azevedo Gomes e de sua esposa Alice Hensler, natural de Paris, filha de Elise Hensler, Condessa de Edla.
Licenciou-se em Engenharia Agronómica em 1907, enveredando por uma carreira na área da silvicultura e da investigação e docência universitária.
Colaborou na revista Lusitânia (1924-1927).
A 5 de agosto de 1918, casou civilmente em Lisboa com Cristina Leopoldina Sousa de Menezes Marcellin Chambica (Cascais, Cascais, 1891 — 1982), doméstica, filha de António José de Oliveira Chambica e de Sofia Palmira Sousa de Menezes Marcellin, doméstica, ambos naturais de Lisboa (ele da freguesia de São Paulo e ela da freguesia de Santa Isabel). Foi padrinho de casamento Amaro de Azevedo Gomes, tio do noivo. Deste casamento nasceram sete filhos.
Morreu aos 79 anos no dia 12 de dezembro de 1965, na freguesia de S. Sebastião da Pedreira, em Lisboa.
A 30 de junho de 1980, foi agraciado, a título póstumo, com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.
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