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Kevin Magnussen

Automobilista dinamarquês

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Kevin Jan Magnussen (Roskilde, 5 de outubro de 1992) é um automobilista dinamarquês que competiu na Fórmula 1 de 2014 a 2024, com passagens pelas equipes McLaren, Renault e Haas. Anteriormente, disputou uma prova na IndyCar Series pela equipe McLaren. Foi campeão da Fórmula Renault 3.5 em 2013, e fez parte da academia de pilotos da McLaren.

Kevin Jan Magnussen nasceu em Roskilde e é filho Britt Petersen e de Jan Magnussen, ex-piloto que correu na Fórmula 1 na década de 1990 e quatro vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans na classe GT1. Seu primo Dennis Lind também é piloto, assim como seu meio-irmão por parte de pai Luca Magnussen. Kevin ainda tem outra meia-irmã por parte de mãe chamada Millie.

Em 2019, Kevin se casou com Louise Gjørup, com quem teve duas filhas: Laura, nascida em 2021, e Agnes, nascida em 2023.

Kevin começou a correr no kart, seguindo para a Fórmula Ford de seu país, sagrando-se campeão de forma dominante, com 11 vitórias em 15 provas disputadas. Já na Fórmula Renault, formou dupla com o português António Félix da Costa pela equipe Motopark Academy, na qual ambos brigaram ferozmente pelo título, e o dinamarquês, mesmo fazendo 12 pódios em 18 provas, terminou com o vice-campeonato na Fórmula Renault NEC, sendo o sétimo colocado na Eurocopa de Fórmula Renault.

Em 2010, Magnussen foi para a Fórmula 3 Alemã, na qual terminou em terceiro lugar na classificação geral e também foi o melhor estreante. O dinamarquês também participou da rodada de Valencia da Fórmula 3 Euro Series, vencendo em apenas sua segunda corrida no campeonato.

Magnussen competiu na Fórmula 3 Inglesa em 2011 com a Carlin. Ele venceu uma vez, teve três pódios, foi o piloto com o maior número de poles, voltas mais rápidas e voltas lideradas, mas terminou como vice-campeão do companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Nasr.

Em 2012 o dinamarquês seguiu com a Carlin para a Fórmula Renault 3.5, correndo ao lado de Will Stevens, e Kevin teve uma vitória e mais dois pódios, ficando com o sétimo lugar no campeonato de pilotos. Em 2013, a sua segunda temporada na Fórmula Renault 3.5, Magnussen se mudou para a DAMS, sendo companheiro de Norman Nato, e o dinamarquês fez um ano dominante, com cinco vitórias e treze pódios em dezessete provas. Magnussen foi campeão com uma corrida de antecedência, superando o vice Stoffel Vandoorne por sessenta pontos.

Magnussen se juntou ao Programa de jovens pilotos da McLaren em 2010, sendo promovido a Piloto de Desenvolvimento em 2012, e nesse ano, participou do teste de jovens pilotos na pista de Abu Dhabi, no qual impressionou ao marcar os melhores tempos na primeira vez que pilotou um carro de Fórmula 1.

Em 2014, foi contratado pela equipe para ser piloto titular, substituindo o campeão de 2008 Lewis Hamilton e sendo novo companheiro do campeão de 2009 Jenson Button.

Na abertura da temporada, no Grande Prêmio da Austrália, conquistou seus primeiros pontos e primeiro pódio na carreira ao chegar na segunda colocação, com a desclassificação do piloto que havia originalmente concluído nesta posição, Daniel Ricciardo da Red Bull.

Mas esse pódio de Magnussen foi o único da temporada, e ele terminou o campeonato em 11º, com 55 pontos.

2015: retorno relâmpago e reserva

Após o fim da temporada, em 11 de dezembro, Kevin tornou-se piloto reserva e de testes da equipe, pela contratação de Fernando Alonso e renovação com Jenson Button, confirmando esses como pilotos titulares

Em 2015, no Grande Prêmio da Austrália, substituiu Fernando Alonso, que se recuperava de um acidente que sofreu na pré-temporada. Correu pelo restante da temporada como piloto reserva da equipe inglesa e, ao fim da temporada, Magnussen não teve seu contrato renovado pela McLaren.

Em 2016, foi piloto da equipe Renault, substituindo Pastor Maldonado que, por problemas com seu patrocinador, perdeu sua vaga na equipe que adquiriu a Lotus F1. Seu companheiro foi Jolyon Palmer.

No Grande Prêmio da Bélgica, Magnussen perdeu o controle da Renault na 6º volta na subida da Eau Rouge e bateu violentamente na barreira de proteção localizada na saída da curva. Devido ao incidente, o safety car foi acionado mas, como os fiscais tiveram dificuldades para reconstruir a proteção de pneus, a corrida foi paralisada por 20 minutos sob bandeira vermelha. Após a colisão, o piloto saiu mancando do carro mas sem nenhum ferimento grave, tendo sofrido apenas um corte no tornozelo esquerdo. Ele foi para um hospital próximo ao autódromo para realizar exames. O acidente de Magnussen, aliás, causou grande apreensão.

Magnussen encerrou sua jornada na Renault em décimo sexto, com 7 pontos. Apesar de ter superado Palmer, a equipe preferiu manter este último, restando ao dinamarquês buscar vaga em outra equipe.

Em 11 de novembro de 2016, a equipe estadunidense Haas anunciou Magnussen como companheiro de equipe de Romain Grosjean para 2017, substituindo o mexicano, Esteban Gutiérrez. Assim, vai para a sua terceira temporada como titular na F1 em quatro anos por três equipes diferentes. Seu melhor resultado foi um sétimo lugar no Azerbaijão, e Magnussen fechou o ano em 14º, com 19 pontos.

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