Ketleyn Lima Quadros (Ceilândia, 1 de outubro de 1987) é uma judoca brasileira que compete na seleção brasileira de judô na categoria meio-médio (até 63 kg).
Conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, tendo sido a primeira mulher a ganhar uma medalha em esportes individuais para o país na história das Olimpíadas. Ganhou também a medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2010 em Medellín, competição na qual foi porta-bandeira brasileira.
Aos 7 anos, Ketleyn deu início à sua trajetória no judô, combinando-o com a nado, ela faltava às aulas de natação para assistir aos treinos de judô. Ao atingir os 12 anos, optou por se dedicar exclusivamente ao judô, influenciada pela intensa competitividade que o esporte oferecia.
Nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, Ketleyn conquistou uma medalha de bronze, tornando-se a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha olímpica em um esporte individual.
A judoca brasileira que ganhou uma medalha de bronze nas Olimpíadas perdeu a oportunidade de competir nos Jogos Olímpicos seguintes, em Londres 2012. Nesse evento, Rafaela Silva conquistou a medalha de ouro na mesma categoria que pertencia a Ketleyn, a categoria -57 kg. Nos Jogos do Rio de Janeiro, outra judoca, Mariana Silva, conseguiu vencer a competição para representar o Brasil.
Para buscar novas oportunidades, Ketleyn fez duas mudanças importantes em sua carreira. Ela mudou de categoria, passando dos -57 kg para os -63 kg. Além disso, trocou de clube, deixando o Minas após 12 anos e indo para a Sogipa, onde agora treina ao lado de Mayra Aguiar. Essas mudanças tiveram um impacto positivo em sua carreira, resultando em conquistas notáveis, como o quinto lugar no Grand Slam da Hungria em 2020, o título no Aberto Europeu em 2020, o título no Grand Slam de Brasília em 2019 e um segundo lugar no Grand Prix de Budapeste em 2019.
Ao longo de sua carreira, a judoca conquistou uma prata no Grand Slam de Moscou em 2013, além de ter alcançado dois bronzes no Grand Slam de Abu Dhabi, em 2019 e 2016.
A atleta obteve um excelente resultado ao ganhar a medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano de Judô no México, em abril. E em junho, competiu no Mundial da Hungria, um dos campeonatos mais importantes antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio, na categoria meio-leve.
Em seguida, conquistou a medalha de prata na categoria -63 kg no Grand Slam de Kazan, após vencer três lutas, mas perder para a polonesa Agata Ozdoba-Blach na decisão em golden score.
Além disso, a judoca conquistou, em 2023, a medalha de ouro no Grand Slam de Antalya, na Turquia.
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