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Julio César Baldivieso

Futebolista boliviano

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Julio César Baldivieso Rico (Cochabamba, 2 de dezembro de 1971) é um técnico e ex-futebolista boliviano que atuava como meio-campista. Atualmente está sem clube.

Em clubes, iniciou sua carreira em 1987, atuando pelo Jorge Wilstermann. Em 20 anos como jogador, atuou em outras 11 equipes, com destaque para Newell's Old Boys, Bolívar e Yokohama F. Marinos. Encerrou a carreira de jogador em 2008, jogando pelo Aurora, onde atuara em 2002 e 2003, virando treinador da mesma equipe no mesmo ano. Comandou também Real Potosí, Nacional Potosí, San José, Jorge Wilstermann e Universitario de Sucre, antes de assumir o comando técnico da Seleção Boliviana em agosto de 2015, sucedendo ao ex-goleiro Mauricio Soria.

Pela Seleção Boliviana, esteve na Copa de 1994 e em 5 edições da Copa América (1991, 1993, 1995, 1997 e 2001). Em 14 anos de carreira internacional, Baldivieso jogou 85 partidas e marcou 15 gols.

Em julho de 2009, Baldivieso voltou às manchetes ao escalar seu filho Mauricio, então com 12 anos de idade, no jogo entre Aurora e La Paz, na primeira rodada do Torneio Clausura do Campeonato Boliviano. Ao sofrer uma falta, o garoto caiu no choro e El Emperador (apelido do técnico) criticou as atitudes do árbitro e dos atletas do La Paz, que não aprovaram tal atitude.

Já no comando da Seleção Boliviana, envolveu-se novamente em polêmica: ao criticar a postura do técnico, Marcelo Moreno, principal nome da equipe, disse que não jogaria novamente pela Bolívia enquanto Baldivieso permanecesse no cargo. Ronald Raldes, que perdeu a braçadeira de capitão, também encerrou a carreira internacional.

Com a frágil campanha na Copa América Centenário, onde foi eliminada na primeira fase, a Federação Boliviana de Futebol demitiu Baldivieso, que em 11 jogos, venceu apenas um, contra a Venezuela.

Copa América de 1997: 2º Lugar

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