Jean-Paul Charles Belmondo, mais conhecido por Jean-Paul Belmondo (Neuilly-sur-Seine, 9 de abril de 1933 – Paris, 6 de setembro de 2021), foi um ator francês, mais conhecido por seu trabalho em À bout de souffle (1960) e L'Homme de Rio (1964). Belmondo tornou-se num dos atores mais proeminentes da Europa e símbolo sexual nas década de 60 e 70. É amplamente considerado, a par com Alain Delon como um dos maiores atores franceses de todos os tempos.
É filho do escultor parisiense Paul Belmondo (1898-1982) e da dançarina Madeleine Belmondo, e pai do ex-piloto de Fórmula 1 Paul Belmondo. Na juventude, não foi muito bem nos estudos, mas desenvolveu uma grande paixão pelo boxe e pelo futebol.
Sua primeira grande performance foi em À bout de souffle, de Jean-Luc Godard em 1960, que o tornou um dos grandes atores da Nouvelle Vague. Em 1964, esteve no Brasil para filmar L'Homme de Rio, em cenas coloridas, no qual aparece a recém-fundada Brasília.
Em 1989, foi agraciado com o César de melhor ator pelo seu desempenho em Itinéraire d’un enfant gâté.
Em 2001, foi internado por duas semanas, devido a um acidente vascular cerebral, mas se recuperou.
Em 2016, recebeu o Leão de Ouro no Festival de Veneza pela sua carreira.
Belmondo morreu em 6 de setembro de 2021, aos 88 anos de idade. No Brasil, o ator será homenageado no Festival Varilux de Cinema Francês, onde também foi celebrado na edição do ano anterior, na identidade visual do festival.
1958: Les Tricheurs, de Marcel Carné
1959: À double tour, de Claude Chabrol
1959: À bout de souffle ("O acossado"), de Jean-Luc Godard
1960: Moderato cantabile ("Recusa"), de Peter Brook
1960: Classe tous risques, de Claude Sautet
1960: Duas Mulheres, de Vittorio De Sica
1961: La viaccia (Le mauvais chemin), de Mauro Bolognini
1961: Léon Morin, prêtre, de Jean-Pierre Melville
1961: Une Femme est une femme, de Jean-Luc Godard
1962: Le Doulos, (Técnica de um Delator) de Jean-Pierre Melville
1962: Cartouche, de Philippe de Broca