Jacques Dufilho (Bègles, França, 19 de Fevereiro de 1914 - Ponsampère, França, 28 de Agosto de 2005), foi um ator francês.
Originário do sudoeste de França, Jacques Dufilho estudou agricultura, antes de se mudar para Paris para se dedicar à pintura e à escultura. Mas graças ao seu mentor Charles Dullin, acabou por se estrear num cabaret-théâtre, em 1938.
Participou na Segunda Guerra Mundial e receberá, em 1998 a Legião de Honra.
Como homem de teatro recebeu o Prêmio Molière do melhor ator em 1988.
A sua carreira no cinema conta com mais de 160 filmes e, mesmo nos mais medíocres, o seu talento tornou-o sempre memorável.
O seu primeiro destaque no cinema aconteceu em 1948 no filme La Ferme des sept péchés de Jean Devaivre.
Participará depois em filmes de diretores como Jean Delannoy, André Hunebelle, Yves Robert, Louis Malle, Michel Audiard, Claude Chabrol, Jean Becker, Claude Sautet...
Em 1978 obtém o César de melhor ator secundário pela sua participação no filme Le Crabe-tambour de Pierre Schoendoerffer, prémio que lhe será de novo atribuido em 1981 com o filme Un mauvais fils de Claude Sautet. Foi ainda nomeado para o mesmo prémio em 1999 pela sua participação no filme C'est quoi la vie ? de François Dupeyron, filme pelo qual obtém o prémio de melhor actor no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (1999).
Em 1988 recebe o Sept d'or do melhor comediante no telefilme Une femme innocente (rodado em 1986).
1942 : Adieu Léonard de Pierre Prévert
1942 : Étoiles de demain de René-Guy Grand
1943 : Premier de cordée de Louis Daquin com Maurice Baquet
1947 : Le Bateau à soupe de Maurice Gleize
1947 : Brigade criminelle de Gilbert Gil
1948 : La Ferme des sept péchés de Jean Devaivre com Jacques Dumesnil, Claude Genia
1948 : Le Destin exécrable de Guillaumette Babin de Guillaume Radot
1948 : La Figure de proue de Christian Stengel
1949 : Histoires extraordinaires de Jean Faurez