O Imaculado Coração de Maria (em latim: Cor Immaculatum Mariae) é uma devoção católica que se refere à vida interior de Maria, suas alegrias e tristezas, suas virtudes e perfeições ocultas e, sobretudo, ao seu amor virginal por Deus Pai, seu amor materno por seu filho Jesus Cristo e seu amor compassivo por toda a humanidade. Tradicionalmente, o Imaculado Coração é representado perfurado por sete espadas ou feridas, em homenagem às sete dores de Maria, e cercado por rosas, geralmente vermelhas ou brancas, que o envolvem.
As Igrejas Católicas Orientais ocasionalmente utilizam a imagem, a devoção e a teologia associadas ao Imaculado Coração de Maria. No entanto, isso gera certa controvérsia, pois alguns veem nisso uma forma de latinização litúrgica. A visão católica é baseada em sua interpretação de certos versículos das Escrituras, particularmente do Evangelho segundo Lucas.
Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria
Todo o Planeta Terra tem sido repetidamente consagrado ao Imaculado Coração de Maria por diferentes Papas:
Pio XII, 31 de outubro de 1942
Paulo VI, 21 de Novembro de 1964
João Paulo II, 13 de maio de 1982
João Paulo II em união com todos os bispos do mundo, 25 de Março de 1984
Francisco, 13 de outubro de 2013
Francisco, em especial a Rússia e a Ucrânia, em 25 de Março de 2022.
Países consagrados ao Imaculado Coração de Maria
Várias nações foram consagradas por seus respectivos bispos ao Imaculado Coração de Maria, em particular:
Portugal (13 de maio de 1931, 13 de maio de 1938, 25 de março de 2020 - Card. António Augusto dos Santos Marto)
França (22 de novembro de 1940, 28 de março de 1943)
Holanda e Bélgica (15 de agosto de 1943)
Polônia (8 de setembro de 1946, 4 de junho de 1979, 6 de junho de 2017 - Dom. Stanisław Gądecki, 25 de março de 2020 - Card. António Augusto dos Santos Marto)
Canadá (22 de junho de 1947, 26 de setembro de 2017)
Inglaterra e País de Gales (1948 - Card. Bernard William Griffin, 20 de fevereiro de 2017 - Card. Vincent Nichols)