Hernâni Donato (Botucatu, 12 de outubro de 1922 — São Paulo, 22 de novembro de 2012) foi um escritor, historiador, jornalista, professor, tradutor e roteirista brasileiro. Ocupou a cadeira n°1 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras e, desde 1972, a cadeira 20 da Academia Paulista de Letras.
Aos 11 anos, escreveu (a quatro mãos com Francisco Marins) o romance infantil O Tesouro, publicada em capítulos no suplemento literário de um jornal dos Diários Associados.
Em São Paulo, estudou dramaturgia (na Escola de Arte Dramática) e sociologia, curso que abandonou para se aventurar em uma expedição que desbravaria uma antiga trilha indígena até o Paraguai (chamada Peabiru).
Foi presidente, em duas gestões sucessivas, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Foi membro da Academia Paulista de História, sócio correspondente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba e do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais.
Colaborou com várias revistas — entre elas, a Veja — e jornais, e atuou na TV Tupi, TV Record, Nacional (antecessora da TV Globo). Foi funcionário público municipal e federal. Participou da comissão organizadora dos festejos do IV Centenário da cidade de São Paulo (1954) e de outros programas culturais.
Trabalhou por muitos anos na Editora Melhoramentos, na capital paulista, até quase sua morte.
Novas Travessuras de Pedro Malasartes
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A Maravilhosa História do Presépio de Natal
A Palavra Escrita e Sua História
A Longa História dos Transportes
Raposo Tavares, o Vencedor dos Andes
Vital Brasil, o Domador de Serpentes
"Schliemann, Desenterrador de Cidades" (para o livro Os descobridores)
Cervantes, para o livro Os Escritores
Grandes Amores da História e da Lenda
Chão Bruto (adaptado para o cinema em 1958 e 1976, ambas dirigidas por Dionísio Azevedo)
Selva Trágica (adaptado para o cinema)