Henry Hazlitt (28 de novembro de 1894 – 8 de julho de 1993) foi um economista estadunidense. Jornalista do Wall Street Journal, Newsweek e New York Times.
Sobre Hazlitt, Lew Rockwell escreveu: "Os tempos pedem coragem. Os tempos pedem muito trabalho. Mas se as demandas são altas, é porque os riscos são ainda maiores. Eles são nada menos do que o futuro da liberdade, que significa o futuro da civilização". Rockwell chamou Economics in One Lesson de "contribuição mais duradoura" de Hazlitt. Com um milhão de cópias vendidas e disponíveis em dez idiomas, é considerado um clássico por vários círculos conservadores, de livre mercado e libertários de direita americanos, como no Mises Institute.
Em seu livro de 1959, The Failure of the New Economics: An Analysis of the Keynesian Fallacies, ele estabeleceu uma crítica metódica e sistemática da Teoria Geral do Emprego, Juros e Dinheiro de John Maynard Keynes. Ele chegou a dizer que "não conseguia encontrar uma única doutrina que fosse verdadeira e original. O que é original em seu livro é falso, e o que é certo não é novo".
A Practical Program for America, 1932
The Anatomy of Criticism, 1933
Freedom in America: The Freeman (com Virgil Jordan), 1945
The Full Employment Bill: An Analysis, 1945
Will Dollars Save the World?, 1947
Forum: Do Current Events Indicate Greater Government Regulation, Nationalization, or Socialization?, Proceedings from a Conference Sponsored by The Economic and Business Foundation, 1948
The Illusions of Point Four, 1950
The Great Idea, 1951 (intitulado Time Will Run Back in Great Britain, revisado e relançado com este título em 1966.)
The Failure of the 'New Economics': An Analysis of the Keynesian Fallacies, 1959
The Critics of Keynesian Economics (ed.), 1960
What You Should Know About Inflation, 1960
The Foundations of Morality, 1964
Man vs. The Welfare State, 1969
To Stop Inflation, Return to Gold, 1974
The Inflation Crisis, and How To Resolve It, 1978