Jean-Nicolas Servan, também conhecido por Giovanni Niccolò Servando ou Servandoni (Florença, 2 de maio de 1695 – Paris, 19 de janeiro de 1766) foi um pintor, decorador de teatro e arquiteto franco-italiano.
Está presente em Portugal em 1745-1746, no âmbito de estudos das construções do Palácio de Mafra e do Convento das Necessidades. Tendo sido recipiente da papal Ordem de Cristo papal, hostentava esta condecoração na corte de Dom João V, que o mandou prender, pois o Vaticano e o Reino de Portugal estavam em contenda pela legitimidade da atribuição desta ordem, Portugal alegando que apenas a Ordem de Cristo atribuida pela coroa portuguesa era legal.
Igreja de São Sulpício, fachada, Paris, 1732-45.
Baldaquino da Igreja de Saint-Bruno des Chartreux, Lyon, c. 1736.
Palácio de Egmont, Bruxelas (atribuição).
Modificação do Castelo de Condé, para Jean-François Leriget de La Faye.
Château de Gennevilliers para el mariscal de Richelieu, 1746.
Description abrégée de l'église Saint-Pierre de Rome, Paris, 1738.
Relation de la représentation de la forêt enchantée sur le théâtre des Tuileries le 31 mars 1754.
N. Pevsner, J. Fleming, H. Honour, Dizionario di architettura, Torino, Einaudi, 1981.
Milizia, Francesco (1797). Dizionario delle Belle Arti del Disegno y Estratto in Gran Parte dalla Enciclopedia Metodica da Francesco Milizia, Seconda Edizione, Tomo Secondo. Bassano, Itália;: [s.n.] p. 172
Olivier, Marc (2005). «Jean-Nicolas Servandoni's Spectacles of Nature and Technology». French Forum. 30 (2)