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Giovanna Amati

Giovanna Amati (Roma, 20 de Julho de 1959) é uma ex-automobilista profissional Italiana. Amati foi a última mulher a par

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Giovanna Amati (Roma, 20 de Julho de 1959) é uma ex-automobilista profissional Italiana. Amati foi a última mulher a participar do mundial de Fórmula 1 na temporada 1992, mas ela não conseguiu se classificar para as três primeiras corridas: África do Sul, México e Brasil. Sem êxito, ela foi substituída pelo inglês Damon Hill.

De família rica, aos cinco anos Giovanna foi sequestrada por bandidos em uma tentativa de extrair um resgate de seus pais. Ela era filha de um rico industrial e apaixonada por automobilismo desde a infância. A italiana tinha um 500cc Moto Honda, que, secretamente, dirigia em torno de Roma, à noite e sem uma licença.

Um amigo de infância, Elio de Angelis, deu-lhe aulas de condução e logo ela avançou para o Campeonato Italiano de F3. "Com frequência eu tive que mudar as cores do meu carro para que os outros pilotos não conseguissem me identificar de uma corrida para a próxima. Para alguns deles, era francamente intolerável ser ultrapassado por uma mulher e muitas vezes, deliberadamente, eles preferiam bater em vez de perder uma posição."

Giovanna tem uma personalidade forte, e é acusada de ter tido romances com Niki Lauda e Flavio Briatore, o último, enquanto ele ainda era gerente da equipe Benetton.

Ela assinou contrato para a temporada de 1992 com a Brabham, porém não conseguiu se classificar nos três primeiros grandes prêmios. Foi substituída por Damon Hill. Ela continuou sua carreira em uma categoria chamada Sport Proto.

Atualmente, ela é uma jornalista da imprensa, bem como da televisão italiana.

Posição de chegada nas corridas de Fórmula 1

Lista de recordes da Fórmula 1

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