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Frederico X da Dinamarca

Rei da Dinamarca

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Frederico X, em dinamarquês: Frederik X (nascido Frederico André Henrique Cristiano, em dinamarquês: Frederik André Henrik Christian; Copenhague, 26 de maio de 1968), é o Rei da Dinamarca, Comandante em chefe da Defesa Dinamarquesa e a autoridade suprema da Igreja Nacional da Dinamarca. Frederico tornou-se rei após a abdicação de sua mãe, a rainha Margarida II, no dia 14 de janeiro de 2024. Como primogênito de Margarida II e do príncipe consorte Henrique de Laborde de Monpezat, foi o herdeiro aparente do trono do seu país desde os seus 3 anos de idade, quando sua mãe se tornou rainha em 1972.

Inicialmente foi aluno de ensino privado no Palácio de Amalienborg, depois estudou na Normandia, voltando para a sua terra natal para concluir a educação secundária. Graduou-se na Universidade de Aarhus e fez mestrado na Universidade Harvard, ambos em ciências políticas. Como parte de seu trabalho serviu nas Nações Unidas e participou de expedições na Mongólia e Gronelândia, além de servir as Forças Armadas Dinamarquesas. Os seus trabalhos adicionais envolvem o Comitê Olímpico Internacional, do qual é membro eleito desde 2009. É também o idealizador de uma instituição filantrópica que leva o seu nome e dá assistência financeira para estudantes de ciências política e social.

Durante os Jogos Olímpicos de Verão de 2000, Frederico conheceu Maria Donaldson com quem viria a se casar em 2004 na Catedral de Copenhague. Desde então, o casal teve quatro filhos: o príncipe herdeiro Cristiano, a princesa Isabel e os gêmeos príncipe Vicente e a princesa Josefina. Atualmente a família reside no Palácio de Amalienborg, onde foi educado quando novo.

Frederico nasceu de cesariana de emergência no Rigshospitalet, o Hospital Universitário de Copenhague, em 26 de maio de 1968 às 23h50, filho da então princesa Margarida, filha mais velha de Frederico IX e herdeira presuntiva ao trono dinamarquês, e do príncipe Henrique. No momento de seu nascimento, seu avô materno estava no trono da Dinamarca e seu bisavô matrilinear estava no trono da Suécia.

Foi batizado em 24 de junho de 1968, na Igreja Holmen, em Copenhague. Ele foi nomeado Frederico em homenagem a seu avô materno, o rei Frederico IX, continuando a tradição real dinamarquesa de o herdeiro aparente ser nomeado Frederico ou Cristiano. Ele se tornou príncipe herdeiro da Dinamarca quando sua mãe ascendeu ao trono como Margarida II em 14 de janeiro de 1972. O único irmão do príncipe herdeiro Frederico é seu irmão mais novo, o príncipe Joaquim da Dinamarca.

Frederico frequentou a escola primária em Krebs' Skole entre 1974 e 1981, como aluno particular no Palácio de Amalienborg de 1974 a 1976, e da terceira série novamente em Krebs' Skole. De 1982 a 1983, frequentou a École des Roches, um internato na Normandia, França. Em 1986, Frederico se formou no Øregård Gymnasium. Além do dinamarquês, é fluente em francês (língua de seu pai), inglês e alemão.

No outono de 1989, Frederico começou a estudar ciências políticas na Universidade de Aarhus. Como parte de sua educação, passou o ano acadêmico de 1992-1993 na Universidade de Harvard, onde estudou ciências políticas sob o nome de Frederik Henriksen. Enquanto estava em Harvard, participou do Phoenix-SK Club e morou em um apartamento com aluguel controlado. Frederico é o primeiro membro da realeza dinamarquesa a concluir o ensino universitário.

Frederico assumiu um cargo por três meses na missão dinamarquesa da ONU em Nova York em 1994. Em 1995, obteve seu mestrado em ciências políticas pela Universidade de Aarhus. Concluiu o curso no número de anos prescrito com resultado de exame acima da média, tornando-se assim o primeiro membro da realeza a obter o título de mestre. O seu trabalho final foi uma análise sobre a política externa dos Estados Bálticos, que visitou várias vezes durante os seus estudos.. O príncipe foi nomeado primeiro secretário da Embaixada da Dinamarca em Paris de outubro de 1998 a outubro de 1999.

Frederico realizou extensos estudos militares e treinamento em todas as três forças, completando notavelmente o treinamento como "homem-sapo" nas forças de operações especiais de elite naval Frømandskorpset. Foi nessa época que ganhou o apelido de "Pingo", quando sua roupa de neoprene se encheu de água e ele foi forçado a gingar como um pinguim.

Em 2001 e 2002, completou treinamento adicional de liderança no Royal Danish Defense College. Frederico permaneceu ativo nos serviços de defesa e, no período de 2002 a 2003, serviu como oficial de estado-maior no Comando de Defesa da Dinamarca e, a partir de 2003, como professor sênior do Instituto de Estratégia do Royal Danish Defense College.

Frederico se tornou Príncipe Herdeiro da Dinamarca em 14 de janeiro de 1972, quando sua mãe subiu ao trono como rainha Margarida II. Se envolveu em assuntos do Conselho de Estado Dinamarquês na maioridade e frequentemente atuava como regente na ausência de sua mãe (onde as atividades públicas mais proeminentes nessas ocasiões foi representar a Rainha em mudanças ministeriais). Além disso, conforme confirmado em um documentário sobre o Palácio de Amalienborg em 2016, ele participava regularmente das reuniões semanais entre o regente e o primeiro-ministro e outros ministros, e recebeu um papel muito mais proeminente nas visitas de Estado na Dinamarca e no exterior.

O então príncipe herdeiro patrocinava e desempenhava tarefas honorárias em várias instituições relacionadas ao humanitarismo, política externa, pesquisa científica, saúde, sustentabilidade, meio ambiente, arte, cultura e esportes. Ele emprestou seu nome à Crown Prince Frederick Foundation, por meio da qual distribui subsídios para pesquisas científicas. É presidente da King Frederick and Queen Ingrid Foundation, cujos objetivos são humanitários e culturais. Como patrono da Fundação Anders Lassen, ele apoia a reabilitação de soldados feridos e distribui anualmente subsídios para soldados feridos e suas famílias e para ativistas militares. Como patrono da Save the Children, ele apoiou campanhas para reduzir a mortalidade infantil, a violência e a exclusão e fez doações para a construção de abrigos. Como patrono da Cruz Vermelha, ele chama a atenção para calamidades e intermedia doações para causas humanitárias.

Alguns patrocínios e tarefas de honra destacáveis são:

A Associação de Surdos da Dinamarca;

Os doadores de sangue na Dinamarca;

A Associação Dinamarquesa de Deficientes Auditivos;

A Organização Dinamarquesa de Dislexia;

Prêmio Real para a Sustentabilidade;

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