Catunda é um município brasileiro do estado do Ceará, Mesorregião do Noroeste Cearense, teve seu desenvolvimento a partir do século XIX, às margens do Rio Macacos, na Bacia do Acaraú. Seus principais centros urbanos são: Catunda (sede), Paraíso e Vidéo (distritos), onde vivem mais de 60% dos catundenses. Sua população é de 10 444 habitantes, conforme dados do IBGE (censo demográfico de 2022). A área territorial é de 784,022 km² e a densidade demográfica é de 13,32 hab/km².
Emancipado em 1990, Catunda é o quinto município mais jovem do Ceará, possui um colégio eleitoral com mais de 9 mil eleitores. A cidade é conhecida como a “Princesa da Serra Branca” por ser o local onde está localizado o ponto culminante do Estado (ponto mais alto), o Pico da Serra Branca com 1.154,56 metros de altitude. O Município destaca-se, ainda, por ser um dos menos violentos do Ceará (com baixos índices de criminalidade, em relação aos demais municípios), é considerada uma das melhores cidades para se viver no interior cearense. O IDH de Catunda está entre os melhores de sua mesorregião.
O PIB do município é superior a 137 milhões de reais, seu PIB Per capita é o maior entre seus vizinhos (com exceção de Santa Quitéria), é também, um dos mais elevados do Estado. A cidade destaca-se, ainda, pela diversidade e hospitalidade de seu povo, seu lema é: "A cidade que abraça seus visitantes", a mesma está localizada na Rota Turística da Serra da Ibiapaba, cortada pela CE 176, que liga o Litoral Oeste ao Cariri Cearense (uma das maiores e mais importantes rodovias do Ceará; com destaque para o comércio, turismo e educação).
Catunda tem como seu primeiro nome Madalena, que em 1933 se tornara distrito de Santa Quitéria. Em 1938, Madalena mudou o nome para Catunda, e adquiriu parte do território do extinto distrito quiteriense Vidéo. Em 1990 Catunda se emancipa de Santa Quitéria, e em 1993, veio o primeiro distrito: Vidéo. Em 1993, mais um distrito: Paraíso.
O topônimo Catunda é uma alusão ao professor, escritor, historiador, senador Joaquim Catunda. Sua denominação original era Vila Náu, depois Madalena e, desde 1938, Catunda.
As terras situadas entre as serras: das Matas e das Matinhas; e às margens do rio dos Macacos eram habitadas por diversas etnias, entres elas os Tupinambá, Kanindé, Jenipapo, antes da chegadas dos portugueses com a expansão da pecuária e as semarias no século XVII, no ciclo da carne do charque. Das fazendas de gado implantadas na região e das habitações ao redor da capela de Santa Madalena surge o povoado da Vila de Náu (uma alusão a um fazendeiro local, Francisco Pereira Nau).
A povoação que deu origem a cidade de Catunda originou-se por volta de 1850, de uma fazenda denominada Madalena, de posse do Senhor Raimundo Pereira de Matos. Seu povoado teve seu desenvolvimento atrelado à construção da Capela do Sagrado Coração de Jesus, fato comum à maioria das cidades que figuram nesta região, que também se desenvolveram a partir de igrejas.
A sede da fazenda Madalena ficava onde hoje é o Bairro do Açude, porém com a morte de Raimundo Pereira de Matos em 1911 é feito o inventário de seus bens, como era um homem de muitas posses, as terras da fazenda Madalena.
Regina Elena Magalhães (1992 - 1996)
Francisco Antônio Lima (1996 - 2000)
Francisco Antônio Lima (2000 - jul/2004)
Antônio Pereira Leitão (jul - dez/2004)
Francisco Ernane Peres Lima (2005 - 2008)
Francisco Ernane Peres Lima (2008 - 2012)
Antônio Pereira Leitão (2013 - 2016)
Ravenna Fernandes Gomes Mesquita Lima (2017 - 2020)
Ravenna Fernandes Gomes Mesquita Lima (2021 - 2024)
Douglas Rodrigues Negreiros (2025 - atualidade)