Neste Dia

Carlos Koppa

Ator brasileiro

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Carlos Koppa, nome artístico de Crisanto Viana Guimarães (Alagoa Grande, 25 de novembro de 1935), é um ator, humorista e empresário brasileiro, com diversas participações no cinema nas décadas de 60 e 70.

Ficou marcado por suas atuações no humorístico A Praça é Nossa onde interpretava um homem machão (com vários nomes e profissões diferentes) que era sempre incomodado pelos telefonemas/trotes do humorista Canarinho.

Carlos Koppa chegou à TV nos anos 1970, participando da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Cultura. Koppa também esteve em novelas, como O Sheik de Ipanema (1975), A Leoa (1982) e Sombras do Passado (1983). Ele também participou de vários teleteatros na Cultura, dentre os quais Napoleão e Elvira, em 1976, ao lado de Irina Grecco, Guilherme Corrêa, Lola Brah, dentre outros; Cordiais Saudações, Mr. Kissinger, com Jofre Soares, Henrique Lisboa, Mário Guimarães, Anita Sbano e outros; Um Caso Extraordinário, tendo como protagonistas dois misteriosos cirurgiões vividos por Chico Martins e ele. No elenco, ainda, o empresário e ator Sandro Polloni, marido de Maria Della Costa. Ainda na TV Cultura, atuou nas novelas O Fiel e a Pedra, em 1981; O Coronel e o Lobisomem (1982).

Koppa iniciou sua carreira de ator no cinema, em filmes como O Grande Assalto (1967), Tempo de Violência (1969), Golias contra o Homem das Bolinhas (1969), Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel (1979), Mulher Objeto (1981), Anjos do Arrabalde (1987) e Os Heróis Trapalhões (1988).

Seu trabalho mais marcante foi no programa A Praça é Nossa, no SBT, interpretando sempre o homem que era prejudicado pelos gritos do personagem de Canarinho ao telefone. Após o falecimento de Canarinho em 2014, Koppa optou por encerrar sua atuação no humorístico.

Atualmente, Koppa mora na cidade de Votorantim, no interior paulista, onde possui um sítio, cuida do gado e produz queijos para a região.

Carlos Koppa foi casado com a atriz Suely Franco, entre 1964 e 1974, com quem teve um filho chamado Carlos Franco Guimarães.

Em 2010, o jornal Cruzeiro do Sul relatou que Koppa havia sido detido pela Polícia Militar após uma confusão em seu sítio por limite de propriedade. Segundo o ator, uma advogada e seu irmão entraram em suas terras sem sua permissão; Koppa não gostou da invasão e os teria abordado portando uma pistola e uma espingarda. O ator não chegou a disparar a arma, mas teria brigado com o irmão da advogada, que quebrou o dedo mínimo da mão direita.

A polícia, avisada inicialmente que seria uma tentativa de roubo, chegou ao local e esclareceu a situação. Assim, Koppa, a advogada e o irmão foram levados para a delegacia de Votorantim. Segundo o jornal, Koppa, que é policial civil aposentado, tinha registro da pistola, mas não da espingarda, tendo ficado detido por esse motivo. O ator passou cerca de 24 horas detido. Preso no dia 24 de março de 2010, foi solto no dia seguinte, após seu advogado conseguir a liberação na justiça, fazendo-o responder ao processo por porte ilegal de arma em liberdade. Segundo informações da Agência Bom Dia, o ator afirmou que sempre andou armado e que não deixaria de portar um revólver "na cinta" mesmo após sua prisão.

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