Neste Dia

Carlos Galván

Futebolista argentino

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Carlos Alberto Galván (Pontevedra, 28 de outubro de 1973) é um treinador e ex-futebolista argentino que atuava como zagueiro.

Vindo da categoria de base, onde chegou aos 8 anos, Galván começou sua carreira no Racing Club no decorrer de 1992, ficando no clube até 1998.

Esse período entre 1992 e 1998 integrou o grande tempo do jejum de 35 anos sem títulos do Racing na primeira divisão, com o clube chegando perto especialmente no Apertura 1993 (encerrado apenas em março de 1994) e no Apertura 1995, sendo vice-campeão em ambos. Pouco após o vice-campeonato de 1995, Galván chegou a defender rapidamente a Argentina Sub-23 no Torneio Pré-Olímpico aos Jogos de Atlanta.

Porém, com a decisão do técnico Daniel Passarella em convocar três veteranos para a retaguarda da seleção olímpica (Diego Simeone, José Chamot e Néstor Sensini), Galván acabou não embarcando às Olimpíadas. No Racing, ele ainda fez parte do grupo que chegou à semifinal da Copa Libertadores de 1997, sendo eliminado pelo Sporting Cristal. Em 2013, a revista El Gráfico o considerou entre os 110 maiores ídolos racinguistas.

Após esse destaque de 1997, veio para o Brasil para atuar no Atlético Mineiro em agosto de de 1998, onde se tornou titular da equipe já nos primeiros jogos de sua passagem, caindo nas graças do torcedor. Foi titular do Atlético durante a maior parte daquele Brasileirão, perdendo alguns jogos por lesão ou por suspensão.

Em 1999, seguiu como titular absoluto da equipe, marcando seu gol mais importante em um clássico diante do Cruzeiro pelo estadual, sendo peça chave da equipe na conquista do título mineiro daquele ano. Durante o Brasileirão, também foi um dos pilares da equipe vice-campeã nacional.

No total, atuou em 58 jogos com a camisa atleticana, marcando três gols e, posteriormente, tatuou um galo em seu braço em homenagem ao Atlético em homenagem a ligação com o clube.

Ainda no final de 1999, foi anunciado como sendo a primeira contratação da diretoria de Marcelo Teixeira no Santos, que assumiria só em 2000, por US$ 1,7 milhão. Se tornou o 15º jogador argentino dentre todos os jogadores estrangeiros do clube. Naquela temporada, teve um ótimo começo, fazendo um bom Paulistão, do qual foi vice-campeão, e bons jogos também na Copa do Brasil, mas devido a uma lesão ocorrida ainda no primeiro semestre ficou fora de toda a sequência do Campeonato Brasileiro.

Em 2001, conseguiu atuar mais e com melhor regularidade pelo time de Vila Belmiro, fazendo 44 jogos e dois gols pelo Peixe, um deles contra o Atlético Mineiro, em um jogo onde ele foi ovacionado no Mineirão.

Acabou deixando o Santos no início de 2002, onde, em duas temporadas atuando pelo Alvinegro Praiano, totalizou 69 jogos e três gols.

Galván regressou a Argentina em 2002 para jogar no Lanús.

Em 2004, jogou uma temporada no Ciudad de Murcia da Espanha e retornou ao futebol brasileiro para atuar no Paysandu, onde foi titular do Papão em alguns jogos da Série A e peça importante na luta contra o rebaixamento.

Depois atuou no Argentinos Juniors (2004–2005), Olimpia (2005–2006), Banfield (2006–2007) e Universitario de Deportes (2007–2011) e terminou sua carreira defendendo o César Vallejo (2012-2013).

Em 2016, Galván deixou o comando do Willy Serrato, clube da Segunda Divisão do Peru, para assumir o cargo de auxiliar do Comerciantes Unidos, também da mesma divisão peruana.

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