A American Airlines é uma companhia aérea americana sediada em Fort Worth, Texas. É a maior companhia aérea do mundo por passageiros transportados, quantidade de aeronaves e receitas, sendo a segunda maior pelo número de destinos, somente atrás da United Airlines. Ele opera a partir de seus hubs nos aeroportos de Dallas, Charlotte, Los Angeles, Nova York (JFK e LaGuardia), Miami, Chicago, Filadélfia, Phoenix e Washington, enquanto a sua base de manutenção principal está em Tulsa, Oklahoma. A empresa também tem uma presença significativa em Boston, Londres e San Francisco. Em janeiro de 2019, inaugurou seu primeiro hangar de manutenção de aeronaves na cidade de Guarulhos (GRU), São Paulo, Brasil – onde também mantém voos regulares ao lado do Galeão, no Rio de Janeiro – fora dos Estados Unidos. A companhia aérea concorre principalmente com a Delta Air Lines, United e Southwest Airlines.
A empresa é um dos membros fundadores da Oneworld, e tem alianças codeshare com a British Airways, Finnair e Iberia no mercado transatlântico e com a Japan Airlines no mercado transpacífico. As rotas regionais são operadas por subsidiárias sob a marca da American Eagle. A antiga controladora da American Airlines, a AMR Corporation, anunciou planos de fundir-se com a US Airways, criando a maior companhia aérea do mundo. A AMR e a US Airways concluíram a incorporação em 9 de dezembro de 2013 e as duas companhias aéreas receberam um único certificado de companhia aérea em 8 de abril de 2015.
Em 2022, a empresa ocupou a 114ª posição entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos segundo a Fortune.
A American Airlines foi desenvolvida por um grupo de 82 pequenas companhias aéreas por meio de aquisições em 1930 e reorganizações. Inicialmente, a American Airways era uma marca comum por uma série de transportadores independentes. Estes incluíam a Southern Air Transport no Texas, a Southern Air Fast Express (SAFE) no oeste, a Universal Aviation também no oeste, a Thompson Aeronautical Services e a Colonial Air Transport no nordeste. Como muitas companhia daquela época, a American ganhou notoriedade transportando cartas. Em 1933, a American Airways operava em 72 cidades, principalmente no nordeste, centro-oeste e sudoeste dos Estados Unidos.
Em 1934, a American Airways foi adquirida por Errett Lobban Cord, que renomeou a companhia como "American Air Lines". Cord contratou o empresário CR Smith para dirigir a companhia. Smith trabalhou em conjunto com a Douglas para desenvolver o Douglas DC-3, em que a American foi a companhia lançadora da aeronave, em 1936. Com o DC-3, a American tornou-se a primeira companhia aérea a ser capaz de operar uma rota que poderia ganhar lucros unicamente com o transporte de passageiros, sendo que as outras operadoras não poderiam ganhar lucros sem transporte de cartas. Com o DC-3, a American começou a apelidar suas aeronaves de "Flagships" e instituiu o Admirals Club para os passageiros valorizados.
Ataques 11 de Setembro de 2001
A empresa teve duas de suas aeronaves envolvidas nos atentados, o voo 11 da American Airlines e o voo 77 da American Airlines. O voo 11, sequestrado por Mohamed Atta, colidiu contra a Torre Norte do World Trade Center e o voo 77, sequestrado por Hani Hanjour, que bateu em uma das faixas do Pentágono.
Em 29 de novembro de 2011, a dona da empresa pediu concordata em Nova York. A American Eagle e todas as subsidiárias da American Airlines também foram afetadas. A empresa assegurou também que irá honrar todas as reservas e passagens.
Em 1981, a companhia aérea, criou um programa de viagens aérea ilimitadas para passageiros frequentes. Os titulares do passe foram oferecidos a termos de cinco anos ou vitalício. O programa inicialmente permitia aos titulares do passe viagens ilimitadas de primeira classe em qualquer um dos voos da companhia aérea em todo o mundo. A associação vitalícia inicialmente custava US$ 250.000 (equivalente a 711.658 de dólares estadunidenses em 2020), com a opção de comprar um passe de acompanhante por um adicional de US$ 150.000 (equivalente a aproximadamente US$426,994,80 em 2020). O programa foi finalizado pois estava dando prejuízo à empresa, porém, os AAirpasses ilimitados existentes permanecem válidos.[carece de fontes?]
Novo logotipo e fusão com US Airways
American Airlines e a US Airways anunciaram que seus conselhos de administração votaram a favor da fusão das duas empresas, criando a maior companhia aérea do mundo. O acordo ocorre mais de 14 meses depois de a American Airlines entrar em recuperação judicial, em novembro de 2011. Os credores da American ficaram com 72% da nova companhia, e os 28% restantes foram para as mãos da US Airways. As companhias anunciaram hoje em comunicado que esperam, com a nova empresa, uma receita superior a US$ 1 bilhão em 2015.
Em dezembro de 2021 a frota da empresa era composta por:
Voo American Airlines 6780 - 22 de janeiro de 1952 - caiu em Elizabeth, Nova Jersei
Voo American Airlines 2 - 4 de julho de 1952 - caiu no rio Missouri
Voo American Airlines 723 - 16 de setembro de 1953
Voo American Airlines 711 - 20 de março de 1955
Voo American Airlines 1 - 1 de março de 1962
Voo American Airlines 383 - 8 de novembro de 1965