Altamiro Aquino Carrilho (Santo Antônio de Pádua, 21 de dezembro de 1924 – Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2012) foi um compositor e flautista brasileiro.
Altamiro gravou mais de cem discos, compôs cerca de duzentas canções, tendo se apresentado em mais de quarenta países difundindo o Choro brasileiro. É o flautista com maior número de gravações registradas na história do disco no Brasil, além de ser considerado por críticos e especialistas da área, como um dos maiores flautistas da história do instrumento.
Era considerado pelo flautista francês Jean Pierre Rampal como o melhor flautista do mundo.
Altamiro Aquino Carrilho é um dos oito filhos de Lyra de Aquino Carrilho e do cirurgião dentista Octacilio Gonçalves Carrilho.
Um de seus irmãos, Álvaro Carrilho, era também flautista. Sua mãe foi batizada de Lyra devido ao fato de seu avô materno, Carlos Manso de Aquino, ser muito apaixonado por música. Aos onze anos de idade já integrava a banda Lira Árion tocando Tarol. Estreou em disco em 1943, participando da gravação de Moreira da Silva em formato 78 rpm, na Odeon.
Altamiro gravou seu primeiro choro em 1949, "Flauteando na Chacrinha" e em 1950 formou seu próprio conjunto na Rádio Guanabara. Em 1958 recebe o troféu Microfone de Ouro instituído pela revista radiolândia. Em 1997 seu disco "Flauta Maravilhosa" recebe o prêmio Sharp de melhor álbum instrumental.
Juntos (2002) (participação/Dois no Choro, EUA)
Brasil Musical - Série Música Viva - Altamiro Carrilho e Artur Moreira Lima (1996)
Instrumental No CCBB- Altamiro Carrilho e Ulisses Rocha (1993)
Cinquenta anos de Chorinho (1990)
Clássicos em Choro Vol. 2 (1980)
Antologia do Chorinho Vol. 2 (1977)
Antologia da Canção Junina (1976)
Pixinguinha, de Novo - Altamiro Carrilho e Carlos Poyares (1975)
A flauta de prata e o bandolim de ouro - Altamiro Carrilho e Niquinho (1972)
A furiosa ataca o sucesso (1972)
Altamiro Carrilho e sua bandinha no Largo da Matriz (1966)
Altamiro Carrilho e sua bandinha nas Festas Juninas (1964)