Aline Muniz (Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1983) é uma cantora de música popular brasileira.
Aos cinco anos de idade já era possível identificar em Aline Muniz uma cantora ascendente com uma escova de cabelos em frente ao espelho ou nas apresentações que improvisava para suas bonecas.
Aline Muniz,nascida em 25 de setembro de 1983, cresceu escutando Elis Regina, Chico Buarque e Rita Lee. Filha de Angelina Muniz. Além de ter estudado teatro, aos 12 anos começou a estudar música: fez aulas de violão, gaita e piano. Aos 15 anos, se profissionalizou como cantora. Em 2006, formou sua primeira banda solo. Para montar seu primeiro show “Sacundin Sacunden”, fez aulas de canto, dança e expressão corporal.
Aline ingressa então na noite paulistana e impressiona com sua voz potente vinda de uma garota tão franzina. E realmente a voz dela desmentia a idade e reduzia as plateias barulhentas ao silêncio com suas letras infladas de emoções a ponto de causar arrepios e aplausos frenéticos nas pessoas. E mostrou isso quando fez parte de diversos grupos musicais. Mas, seu tom rico e maduro – junto com o destacado dom para ser estrela - exigia mais: em 2006, formou sua primeira banda solo. E, para montar seu primeiro show “Sacundin Sacunden”, fez aulas de canto, dança e expressão corporal. E, desde então, o que tem feito diariamente é brilhar como vocalista. Uma estonteante encantadora de almas com todos os elementos de uma grande estrela influenciada pelo som de Stevie Wonder, Esperanza Spalding, Jammie Cullum, Djavan, Richard Bona e Sting.
Com três álbuns lançados muito bem recebidos pela crítica, Aline Muniz vem sendo cada vez mais reconhecida pelo público da MPB, e agora conquista o cenário pop adulto com seu último trabalho.
Seu primeiro álbum, Da Pá Virada (2008), produzido por Marco de Vita e Lua Lafaiette, veio em 2008 com composições como “O Negócio É Amar”, de Carlos Lyra e Dolores Duran e a música de trabalho “Básica” de Tatiana Cobbett, que estourou entre as mais tocadas nas rádios brasileiras. O sucesso do disco a fez ser convidada pela Rede Globo de Televisão para homenagear Moraes Moreira no programa Som Brasil. Na ocasião, interpretou, entre outras, a canção “Bloco do Prazer”. O primeiro trabalho também foi destaque nas trilhas sonoras de telenovelas da Rede Record com as músicas “Saindo de Mim” e “Sai Dessa”.
Em 2011, lançou seu segundo álbum Onde Tudo Faz Sentido com composições autorais em parceria com Marco de Vita. E não é só o talento inegável como compositora que está presente no disco, mas, também a voz surpreendente interpretando clássicos como “Deixa Chover” de Guilherme Arantes e “Mensagem de Amor” de Herbert Vianna. Além de sua performance marcante ao interpretar a canção “Senhorinha”, do compositor e violonista brasileiro Guinga, tema da novela “Escrava Mãe”.
No segundo semestre de 2016, Aline iniciou uma temporada em Nova York, nos Estados Unidos, fazendo um curso voltado para música e trabalhando na concepção musical para o mercado internacional; no ano seguinte deu andamento em sua carreira internacional realizando shows na cidade de Nova York, e sendo escolhida como uma das vozes do Festival Brasil Summer Fest, e do evento de galã ARD Foundation, no qual abriu o show para a cantora Demi Lovato.
Definitivamente Aline Muniz, se mostra como uma das principais cantoras da nova cena musical e a coloca como destaque no hall das grandes divas nacionais e internacionais.
Segundo Nelson Mota, “Aline Muniz mostra estilo e talento”.
Seu primeiro álbum “Da Pá Virada”, produzido por Marco de Vita e Lua Lafaiette, veio em 2008 com composições como “O Negócio É Amar”, de Carlos Lyra e Dolores Duran e a música de trabalho “Básica” (de Tatiana Cobbett). Foi convidada pela Rede Globo para homenagear Moraes Moreira no programa “Som Brasil”. Na ocasião, interpretou, entre outras, a canção “Bloco do Prazer”. O primeiro trabalho também foi incluído nas telenovelas da Rede Record: “Saindo de Mim” e ”Sai Dessa”, trilhas sonoras das novelas “Poder Paralelo” e “Chamas da Vida” respectivamente.
Em 2011, lançou seu segundo álbum "Onde Tudo Faz Sentido" com composições dela e do seu marido. O álbum começou a ser gravado em Nova York, onde Aline morou e conheceu músicos que vieram a participar do disco, como: Benny Rietveld, Robert Di Pietro, Etienne Stadwijk e Rubens de La Corte. A outra metade foi gravada em São Paulo. O disco contou também com a participação de músicos brasileiros, como Marcelo Mariano, Edson Guidetti e Eduardo Salmaso. Fruto desse trabalho, “Mensagem de Amor” é um dos singles do disco que ganhou clipe e contou com direção de Maurício Eça.
Em 2012, Aline viajou o Brasil apresentando o CD ao público. O projeto dessa turnê foi todo realizado pela Lei Rouanet e contou com uma equipe de 21 profissionais, entre bailarinas, músicos e produção, e teve um cenário formado por mais de 100 peças de quebra-cabeças. A cantora encerrou a turnê com shows no Teatro Geo (São Paulo), e no Teatro Net (Rio de Janeiro), em 2013 .
Em 2013, após o ponto final no trabalho com “Onde Tudo Faz Sentido”, Aline se colocou (e foi colocada) fora de sua zona de conforto. O trabalho com o parceiro Marco de Vita vinha dando resultados certeiros, mas em time que está ganhando também se mexe. Sugeriram Dudu Marote, mago da mistura de pop eletrônico que tem no currículo discos que explodiram com Skank, Jota Quest, Pato Fu, entre outros.
Em seu terceiro álbum, denominado ”OUTRA”, lançado em 2015 pela multinacional Sonny Music a cantora mostra ao mundo a que veio. Aline converge técnica vocal com muito balanço e qualidade musical.
Aline ficou em dúvida. A interrogação foi se dissipando durante um ano, período em que ela passou o repertório do trabalho com Marote. A parceria foi se fundindo a ponto de ele se surpreender quando gravaram rock de guitarra distorcida no trabalho.
Daí também vem o nome do disco. É a Aline, mas é outra (Aline). Os acordes, antes intrincados, foram ficando mais simples. A metodologia de trabalho também. Assim como as programações, os refrões. Tudo foi ficando mais simples. E Aline deixou de lado tão somente o coração na escolha das canções. Se antes o repertório era selecionado apenas pelo que tocava o íntimo dela, desta vez a lição da ponte aérea São Paulo/Nova York (onde praticamente mora metade do tempo) a levou a perceber que o pop é bem mais amplo que nossa miopia radiofônica percebe.
Há larga pitada de pimenta também na escolha do nome. Muitas das músicas tratam de temas sensuais. Ou ao menos têm essa carga de sensualidade latente. “Outra” é, também...a outra. Que vem em receita sempre apimentada, em trajes mais sensuais.