O 2.º governo da Ditadura portuguesa, nomeado a 17 de junho de 1926 e exonerado a 9 de julho do mesmo ano, foi liderado por Manuel Gomes da Costa. Inicialmente, Gomes da Costa assume todas as pastas; a 18 de junho entra António Claro para a pasta do Interior; a 19 de julho e a 6 de julho ocorrem novas alterações.
A totalidade do governo serviu como chefe de Estado de Portugal entre 17 e 29 de junho de 1926, na falta de um presidente da República ou de um presidente do Ministério com as prerrogativas de chefe de Estado. Essas prerrogativas seriam atribuídas ao presidente do Ministério Manuel Gomes da Costa a 29 de junho.
A sua constituição era a seguinte: