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Samir Xaud

Médico, empresário e dirigente esportivo brasileiro

2 min de leitura18/06/2026
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Samir Xaud é uma figura que vem ganhando projeção no cenário esportivo e empresarial brasileiro, especialmente por sua trajetória multifacetada. Nascido em Boa Vista, no estado de Roraima, ele combina formação em medicina com uma carreira como empresário e, mais recentemente, como dirigente esportivo. Sua ascensão à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em 2024 marcou um momento histórico, colocando-o no comando de uma das entidades mais influentes do esporte nacional. O cargo, antes ocupado por nomes tradicionais do futebol, agora é liderado por alguém com um perfil diferente, o que tem gerado expectativas e debates sobre os rumos da gestão.

A CBF é uma peça-chave no futebol brasileiro, responsável por organizar competições, representar o país em instâncias internacionais e gerir recursos que impactam desde as categorias de base até a seleção principal. A escolha de Xaud para o posto reflete uma tentativa de modernização, já que ele traz consigo uma visão empresarial e uma formação acadêmica sólida, algo incomum em um ambiente historicamente dominado por ex-jogadores ou dirigentes com longa trajetória no esporte. Sua chegada à presidência também ocorre em um momento de pressão por transparência e profissionalização na entidade, que já enfrentou polêmicas e crises de governança no passado.

Antes de assumir a CBF, Xaud construiu uma carreira diversificada. Formado em medicina, ele atuou na área da saúde, mas também se destacou como empresário, com negócios que abrangem diferentes setores. Essa experiência fora do futebol pode ser um diferencial em sua gestão, especialmente em um contexto onde a administração esportiva exige cada vez mais habilidades de gestão financeira e estratégica. Sua origem em Roraima, um estado com menor tradição no futebol brasileiro, também chama atenção, pois rompe com a centralização de poder nas regiões Sudeste e Sul.

Um detalhe curioso sobre Xaud é sua idade: aos 40 anos, ele é um dos presidentes mais jovens a assumir a CBF, o que pode sinalizar uma renovação geracional na entidade. Sua nomeação também levanta questões sobre como sua formação médica influenciará decisões relacionadas à saúde dos atletas, como protocolos de lesões ou políticas de prevenção. Para os torcedores e observadores do futebol, resta acompanhar se essa combinação de perfis — médico, empresário e dirigente — trará mudanças significativas ou se manterá os desafios estruturais que o esporte brasileiro enfrenta há décadas.

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