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Eleições estaduais no Rio de Janeiro em 2026

As eleições estaduais no Rio de Janeiro em 2026 foram um marco na história política do est

2 min•09/10/2026
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As eleições estaduais no Rio de Janeiro em 2026 foram um marco na história política do estado, realizadas como parte das eleições gerais do Brasil nesse ano. O pleito teve como objetivo principal a escolha de um governador e vice-governador, além de dois senadores, 46 deputados federais e 70 deputados estaduais. Esses representantes ficariam à frente da administração e representação do estado por quatro anos, até 2031, com exceções para senadores, cujo mandato é de oito anos.

O processo eleitoral de 2026 foi marcado pela sucessão do cargo ocupado pelo magistrado Ricardo Couto, presidente licenciado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que assumiu o governo em março de 2026 após a renúncia do governador Cláudio Castro (PL). O posto ficou vago por causa das renúncias de Cláudio Castro e Thiago Pampolha, vice-governador e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), respectivamente.

Em dezembro de 2025, a crise política no estado intensificou-se com a prisão preventiva de Rodrigo Bacellar (UNIÃO). O então presidente da Alerj foi acusado de vazar informações sigilosas e orientar um deputado a destruir provas em uma investigação sobre o crime organizado. Sua prisão levou Ricardo Couto, que já ocupava a próxima posição relevante na linha sucessória estadual, a assumir as funções interinamente.

A eleição foi realizada no dia 4 de outubro de 2026 e teve como resultado o segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes. Ambos os candidatos obtiveram 49,27% e 42,76% dos votos respectivamente. No entanto, a eleição ao Senado Federal contrariou as pesquisas de opinião, com Carlos Portinho e Carlos Jordy (PL) sendo eleitos para o cargo.

Para compreender melhor os acontecimentos, é importante lembrar que Cláudio Castro foi eleito em 2022 com 58,67% dos votos. Antes de sua gestão, Wilson Witzel (atual Democrata) havia governado o estado entre 2019 e 2021.

A crise política no Rio de Janeiro ganhou contornos dramáticos em março de 2026 com a renúncia de Cláudio Castro ao cargo, seguida por Ricardo Couto assumindo interinamente o governo. A decisão do governador de renunciar foi tomada em razão das pretensões de disputar o Senado Federal e necessidade de desincompatibilização eleitoral.

O processo de escolha dos candidatos a governador foi marcado por várias desistências. Rodrigo Bacellar, que inicialmente anúncio sua pré-candidatura no mês de maio de 2025, decidiu deixar o pleito em julho do mesmo ano devido a questões pessoais. Outro candidato que desistiu foi Wilson Witzel, ex-governador, que apoiou Anthony Garotinho na disputa.

O resultado das eleições refletiu uma dinâmica política complexa no estado, contrariando as expectativas estabelecidas por pesquisas de opinião.

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